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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Estrutura etária da população de Rio de Contas

Entre 2000 e 2010, a razão de dependência de Rio de Contas passou de 62,08% para 48,05% e o índice de envelhecimento evoluiu de 9,19% para 12,02%. Entre 1991 e 2000, a razão de dependência foi de 81,04% para 62,08%, enquanto o índice de envelhecimento evoluiu de 8,32% para 9,19%.

O que é razão de dependência?

População de menos de 14 anos e de 65 anos (população dependente) ou mais em relação à população de 15 a 64 anos (população potencialmente ativa).

O que é índice de envelhecimento?

População de 65 anos ou mais em relação à população de menos de 15 anos.


Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil - 2013

sábado, 3 de agosto de 2013

Nova configuração populacional de Rio de Contas

Entre 2000 e 2010, a população de Rio de Contas teve uma taxa média de crescimento anual de -0,37%. Na década anterior, de 1991 a 2000, a taxa média de crescimento anual foi de -0,27%. No Estado, estas taxas foram de 1,01% entre 2000 e 2010 e 1,01% entre 1991 e 2000. No país, foram de 1,01% entre 2000 e 2010 e 1,02% entre 1991 e 2000. Nas últimas duas décadas, a taxa de urbanização cresceu 47,92%.

A população de Rio de Contas diminuiu 835 pessoas entre 1991 e 2010. A população urbana saltou de 32,79% em 1991 para 48,50% em 2010. 

Mulheres são maioria. Tal situação pode ser explicada pela necessidade do homem migrar para outras cidades e estados em busca de trabalho e melhores condições de vida. Geração de emprego ainda é um dos maiores problemas de Rio de Contas.


terça-feira, 30 de julho de 2013

Rio de Contas avança no IDHM, mas fica abaixo da média do Estado e do Brasil


O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de Rio de Contas é 0,605, em 2010. O município está situado na faixa de Desenvolvimento Humano Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699). Entre 2000 e 2010, a dimensão que mais cresceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,160), seguida por Longevidade e por Renda. Entre 1991 e 2000, a dimensão que mais cresceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,118), seguida por Longevidade e por Renda.


Evolução

Entre 2000 e 2010
O IDHM passou de 0,494 em 2000 para 0,605 em 2010 - uma taxa de crescimento de 22,47%. O hiato de desenvolvimento humano, ou seja, a distância entre o IDHM do município e o limite máximo do índice, que é 1, foi reduzido em 21,94% entre 2000 e 2010.

Entre 1991 e 2000
O IDHM passou de 0,389 em 1991 para 0,494 em 2000 - uma taxa de crescimento de 26,99%. O hiato de desenvolvimento humano, ou seja, a distância entre o IDHM do município e o limite máximo do índice, que é 1, foi reduzido em 17,18% entre 1991 e 2000.

Entre 1991 e 2010
Rio de Contas teve um incremento no seu IDHM de 55,53% nas últimas duas décadas, acima da média de crescimento nacional (47,46%) e abaixo da média de crescimento estadual (70,98%). O hiato de desenvolvimento humano, ou seja, a distância entre o IDHM do município e o limite máximo do índice, que é 1, foi reduzido em 35,35% entre 1991 e 2010.

Ranking

Rio de Contas ocupa a 4029ª posição, em 2010, em relação aos 5.565 municípios do Brasil, sendo que 4028 (72,38%) municípios estão em situação melhor e 1.537 (27,62%) municípios estão em situação igual ou pior. Em relação aos 417 outros municípios de Bahia, Rio de Contas ocupa a 134ª posição, sendo que 133 (31,89%) municípios estão em situação melhor e 284 (68,11%) municípios estão em situação pior ou igual.

Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013.

Rio de Contas e o Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013

Foi lançado nesta segunda-feira, o Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. O trabalho é fruto dos resultados obtidos a partir do Censo Demográfico de 2010 e traz dados dos censos de 1991, 2000 e 2010.

Ao longo da semana o apresentará os mais diversos dados relativos à nossa cidade.

As consultas aos dados podem ser feitas no site http://www.atlasbrasil.org.br. 

A organização do Atlas é do PNUD/ONU, Fundação João Pinheiro e IPEA.

IDH nos municípios salta 48% em 20 anos


Brasília – Os municípios brasileiros registraram aumento no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) – criado pela ONU para medir os países a partir de indicadores sociais – nos últimos 20 anos. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira 29 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e mostram que houve um salto de 47,8%, o que representa avanço consistente e melhoria acentuada em três setores: educação, longevidade e renda.

No geral, o país saltou de um IDHM de 0,493 (considerado muito baixo) para 0,727 (considerado alto desenvolvimento humano).

Mas a situação ainda apresenta pontos bem críticos e grande desigualdade. A tradução desses percentuais é que, enquanto em 1991 o Brasil tinha mais de 85% dos seus municípios com IDHs considerados muito baixos, em 2010, 81% do total dos municípios do país possuem esses índices tão pequenos. Tal melhora, segundo informações de pesquisadores, é resultado da implementação de políticas públicas e programas de educação e distribuição de renda pelos governos, nos últimos anos, nos municípios com maior vulnerabilidade. Mas isso não foi suficiente.

O IDHM de Longevidade, o indicador que mais contribui em termos absolutos para o nível atual do IDHM, mostrou um aumento, de 1991 até 2010, de 9,2 anos na expectativa de vida da população ao nascer. Já o indicador referente à Educação apresenta características interessantes: mostra que foi, este, o índice a apresentar maior crescimento absoluto nos últimos 20 anos, de 0,363, e maior elevação em termos relativos (de 129%) – saiu de 0,278 em 1991 para 0,637, em 2010 – mas esse ainda é considerado um índice muito pequeno.

Em relação ao IDHM Renda, o crescimento observado no mesmo período foi de 14,2%, – o equivalente a R$ 346 de aumento da renda per capta mensal com números ajustados para valores de agosto de 2010. Mesmo assim, somente 11,1% dos municípios avaliados possuem um IDHM Renda superior ao IDHM Renda médio do Brasil. A desigualdade neste quesito também é bem grande: o município com maior renda per capita, de R$ 2.043,74, é São Caetano do Sul (SP). O de menor é Marajá do Sena (MA), de R$ 96,25.

Na avaliação dos técnicos, embora o novo mapeamento apresente crescimentos de um modo global, por outro lado o aumento destes indicadores pode ter sido considerado significativo nos municípios que apresentavam índices muito ruins na década de 1990. Além disso, os dados vão permitir a realização de novas políticas públicas e um acompanhamento mais consistente dos municípios nos próximos anos.

A divulgação dos últimos índices do IDHM foi realizada durante esta manhã na sede do PNUD em Brasília, em entrevista coletiva que contou com a participação de técnicos e coordenadores do trabalho.

Rede Brasil Atual