terça-feira, 12 de maio de 2015
quinta-feira, 27 de março de 2014
domingo, 24 de julho de 2011
Conheça a história da família quilombola que adotou um menino branco
terça-feira, 19 de abril de 2011
“Gente de Quilombo” mostra força das comunidades quilombolas baianas
A exposição que já passou pelo Palácio Rio Branco é reaberta na Casa da Música, em Itapuã, no dia 25 de abril, às 18h.
O olhar dos fotógrafos Álvaro Villela, Márcio Lima e Rita Cliff sobre a vida em comunidades quilombolas distantes dos centros urbanos está na exposição Gente de Quilombo, que será aberta novamente ao público no dia 25 de abril (segunda-feira), às 18h, na Casa da Música (Itapuã). Esta é a segunda temporada de exposição, que teve início no Palácio Rio Branco integrando o Encontro com as Culturas Populares e Identitárias, que aconteceu de 23 a 29 de outubro de 2010, evento realizado pela Secretaria de Cultura do Estado -SecultBA com patrocínio do Ministério da Cultura – MINC.
A exposição reúne imagens das comunidades de Barra e Bananal (Rio de Contas), Mangal Barro Vermelho (Sítio do Mato) e Rio das Rãs (Bom Jesus da Lapa), que foram os primeiros quilombos baianos a garantir a titulação da terra. As fotografias revelam rostos, lugares, horizontes e gestos transformados em poesia visual, sem perder a força documental, sem deixar de traduzir a história de luta do povo quilombola.
Gente de Quilombo evidencia a relação dos quilombolas com o território onde seus ancestrais fincaram raízes. “O que cada um trouxe em suas câmeras foram registros estéticos e éticos de um povo. Povo num sentido comum à Idade Média: como pessoas que pertencem ao lugar”, define a curadora da exposição, a artista plástica Lanussi Pasquali. Ela acredita que a intensa migração do campo para a cidade ocorrida no Brasil a partir da década de 40 nos roubou a noção de pertencimento, mas que este sentimento sobrevive entre alguns povoados, notadamente as tribos indígenas e os quilombolas.
Único dos fotógrafos de Terra de Quilombo que tinha convivido com a comunidade retratada (Barra e Bananal) antes do projeto, Álvaro Villela acredita que os rostos, mais do que qualquer aspecto cultural, traduzem este pertencimento e o histórico de luta. “A força das suas faces me parece ser a herança mais marcante da ancestralidade dos quilombolas”, considera.
Márcio Lima e Rita Cliff fizeram os primeiros contatos com os quilombos de Mangal Barro Vermelho e Rio da Rãs, respectivamente, já com a exposição em mente, mas isso não os impediu de mergulhar no cotidiano dessas comunidades. Com formação antropológica, Rita afirma que um momento de receio diante de uma presença estranha, “estrangeira”, é normal, mas que logo os quilombolas permitem que o visitante tome parte do dia-a-dia local.
Clique aqui para ver as fotos da exposição.
Sobre os fotógrafos
Álvaro Villela passou pelas faculdades de biologia e jornalismo, mas descobriu a sua profissão na fotografia. Autor do livro “A natureza do Homem no Raso da Catarina”, publicado em 2006, ele também venceu o Prêmio Foto Arte Brasília (edição 2009) na categoria ensaio fotográfico. Trabalhos seus foram incluídos no acervo do Museu do Homem do Nordeste – Fundação Joaquim Nabuco (PE).
Márcio Lima começou a fotografar em meados da década de 80, em Recife (PE), cidade onde nasceu. Ao longo da sua carreira, Márcio expôs trabalhos na Espanha, Portugal e França, e recebeu várias premiações, entre eles o Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger (edição 2003). Atualmente tem obras no acervo do Museu de Arte Moderna da Bahia e Museu de Arte de São Paulo.
Rita Cliff tem formação em antropologia e descobriu a fotografia a partir da utilização deste recurso na documentação das suas observações científicas. Entre os destaques da sua carreira, ela aponta a cobertura do Encontro de Intelectuais Negros, publicada na Revista Palmares; e o projeto “Mapeamento de Terreiros de Candomblé de Salvador”.
Serviço
O Quê: Exposição Gente de Quilombo
Quando: 25 de abril (até 29 de maio de 2011) – abertura 25/04 – 18h.
Onde: Casa da Música (Itapuã)
Horário: terça à sabado – das 9h às 17h e domingo das 9h às 16h
domingo, 30 de janeiro de 2011
MDS fará pesquisa sobre a situação nutricional de quilombolas
Dentre as comunidades selecionadas para a pesquisa estão as de Barra e Bananal em Rio de Contas que receberam a titulação da terra no final da década de 1990.
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vai realizar, este ano, pesquisa sobre a situação de segurança alimentar e nutricional de 173 comunidades quilombolas. O objetivo do estudo é avaliar o perfil nutricional de crianças menores de cinco anos de idade, bem como a situação de segurança alimentar, e descobrir como é o acesso das famílias aos serviços, benefícios e programas governamentais. Também será descrito o perfil socioeconômico das comunidades remanescentes de quilombos tituladas. O trabalho tem a parceria da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).
O levantamento será realizado nas comunidades quilombolas que obtiveram título de posse coletiva da terra entre 20 de novembro de 1995 e 14 de outubro de 2009. No total, 55 municípios serão pesquisados. Durante as visitas, as crianças menores de cinco anos de idade serão pesadas e medidas.
Para realizar o trabalho de campo, o MDS contratou, por meio de licitação, o Núcleo de Pesquisa, Informação e Políticas Públicas da Universidade Federal Fluminense (DataUFF). A empresa foi selecionada a partir do edital publico 10.333/2010, no âmbito do Projeto de cooperação técnica BRA 04/046 – firmado entre o MDS e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).
Oficinas – Responsável pela coordenação do estudo, a Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (Sagi) do MDS, em parceria com Seppir, realizará oficinas técnicas regionais. Nesses encontros, os objetivos e metodologia da pesquisa serão apresentados aos membros das comunidades. As duas primeiras oficinas deste ano ocorrerão no Pará, no dia 23 de fevereiro, em Belém, e no dia 25, em Santarém. Já a última reunião contará com as presenças de comunidades de todo o Nordeste e está marcada para o dia 16 de março, em São Luís, no Maranhão.
Segundo o coordenador de avaliação da Sagi, Alexandro Pinto, a primeira oficina, em Brasília, em outubro de 2010, reuniu pessoas do Sudeste, Centro Oeste e Sul. Durante a reunião, tanto os pesquisadores quanto os líderes comunitários foram orientados sobre como proceder durante as visitas. “O levantamento será bem exaustivo, vamos perguntar quanto gastam, o que comem, pegar as crinaças para pesar e medir. Então, isso pode causar um certo constragimento. Por isso, vamos explicar nas oficinas sobre o que vamos fazer com esses dados, qual a utilidade deles para as politicas públicas, explicar tudo para a comunidade para podermos atuar sem problemas”.
Ainda de acordo com Alexandro, cerca de 11.070 famílias serão avaliadas em 14 unidades federativas (veja quadro). Os resultados do estudo serão divulgados em novembro.
Mais informações podem ser obtidas pelo seguinte endereço eletrônico: quilombolas@mds.gov.br.
Acesse o boletim: MDS faz pesquisa sobre a situação nutricional de quilombolas
Fernanda Souza
Ascom/MDS
(61) 3433-1070
www.mds.gov.br/saladeimprensa
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Exemplos de bons projetos para Rio de Contas
Projetos apoiados pela Prefeitura Municipal mudam a realidade de jovens
tinha perspectivas”, afirma Adriano Santos Viana do Quilombo do Bananal, da cidade de Rio de Contas. Mas, o que poderia ter sido o início de uma história triste se transformou numa perspectiva de futuro melhor e mais digno para o jovem estudante, graças a dois projetos apoiados pela Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista.Rio de Contas precisa de projetos como este, que dê aos jovens que aqui concluem o Ensino Médio, a oportunidade de poderem cursar uma faculdadee e com isso transformar a sua vida e a realidade da cidade. Somente através da educação teremos uma cidade melhor. Parece obvio, mas os nossos governantes ainda não pereceberam isso. Projetos como o Bolsa Família deve servir apenas como medida intermediaria e que dê aos seus beneficiários oportunidades de emprego e renda.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Exposição: "Gente de Quilombo: Força e poesia"

Sob o olhar dos fotógrafos Álvaro Villela, Márcio Lima e Rita Cliff, a vida em comunidades quilombolas longe dos centros urbanos é o foco da exposição Gente de Quilombo, qaberta ao público desde quarta-feira (27), às 19h, no Palácio Rio Branco (Praça Thomé de Souza).As fotografias revelam rostos, lugares, horizontes e gestos transformados em poesia visual, sem perder a força documental e sem deixar de traduzir a história de luta do povo quilombola das comunidades de Barra e Bananal (Rio de Contas), Mangal Barro Vermelho (Sítio do Mato) e Rio das Rãs (Bom Jesus da Lapa), que foram os primeiros quilombos baianos a garantir a titulação da terra.
Organizada em parceria com a Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi), Gente de Quilombo integra a programação dos Encontros com as Culturas Populares e Identitárias, que segue até 29 deste mês. O evento é uma realização da Secretaria Estadual de Cultura (Secult), com patrocínio do Ministério da Cultura.
Serviço:
O quê: Gente de Quilombo: Força e poesia
Quando: até 29/11. De terça a sexta, das 10h às 18h e nos fins de semana de 13h às 18h
Onde: Palácio Rio Branco (Praça Thomé de Souza)
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Sessões em homenagem ao dia da Consciência Negra
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Livramento implanta Plano de Promoção da Igualdade Racial
A matéria abaixo mereçe ser reproduzida aqui dada sua importância e quem sabe assim, Rio de Contas possa se mobilizar e copiar iniciativas como esta. Temos aqui duas comunidades quilombolas cuja a dívida social para com elas está longe de ser paga. Mas não só aos moradores que ainda residem lá, mas todos os ex-moradores que por razões diversas tiveram que migrar, seja para a sede, outro município ou Estado. As informações são da Agecom.
Trabalho, saúde, educação, segurança pública, quilombos, religiões de matriz africana, combate ao racismo e ao sexismo são eixos do Plano, que tem diretrizes voltadas a orientar as políticas que serão implementadas no município entre 2011 e 2014.
Para subsidiar a elaboração do Plano foram feitos estudos com amostras de atendimento nos serviços municipais de educação, saúde e assistência social. A secretária de Governo de Livramento, Suzete Cristina Spinola Souto, disse que houve necessidade de uma “análise, pois as diretrizes orientam-se pelo marco legal dos direitos humanos e são base para a construção de planos de ações e metas com vistas à realização das políticas públicas”.
Na área da educação, por exemplo, está prevista a garantia da aplicação da Lei 10.639/03, que trata da obrigatoriedade da inclusão da temática História e Cultura Afro-brasileira e Africana no sistema de ensino municipal, por meio de diretrizes curriculares, formação de profissionais, produção e distribuição de materiais didáticos.
Outra projeção é a ampliação e garantia do acesso da população negra às ações e serviços de saúde na área de atenção básica e de média complexidade, articulando o acesso aos serviços de alta complexidade, de acordo com os planos estadual e nacional de Saúde Integral desse segmento populacional. Para os quilombolas, a previsão é contribuir para a elaboração dos Planos de Desenvolvimento Econômico Social e Ambiental Sustentável das Comunidades Remanescentes e a regularização fundiária de suas terras.
Segundo a superintendente de Promoção da Igualdade Racial da Sepromi, Vanda Sá Barreto, o plano é um instrumento importante para a reversão do quadro de desigualdades entre as populações branca e negra. “Primeiro, precisamos provocar uma mudança da cultura institucional em relação à pauta racial, com o objetivo de incluir os que sempre estiveram excluídos das ações de governo. Depois, aproximar a sociedade civil para que ela possa controlar essas políticas”.
Fórum
A proposta de implantação de planos municipais de Promoção da Igualdade Racial no estado da Bahia é uma ação coordenada pela Sepromi, que envolve o Fórum Municipal de Gestores (as) dessa área. A exemplo de Livramento, Cruz das Almas, Porto Seguro, Seabra, Serrinha, Souto Soares, Riacho de Santana também estão construindo seus Planos, mas a meta é atingir os 29 municípios que integram o fórum.
Os documentos devem contemplar as propostas das conferências, diretrizes, ações e metas com prazos para serem alcançadas. Outro critério é o respeito às especificidades e características dos municípios no que se refere à origem, localização territorial, população majoritária, estrutura socioeconômica e a situação da população negra.
Consultora da Sepromi na ação, Elaine Boa Morte lembra que a construção do plano passa por várias etapas, iniciadas com as conferências municipais, regionais e a estadual, e inclui a criação do Grupo Executivo Intersetorial (GEI), que constrói o Plano conforme a realidade local. “Além disso, o município se incorpora ao fórum de gestores e gestoras. Tudo isso tem que estar lincado à política nacional e estadual de promoção da igualdade racial”.
Livramento de Nossa Senhora possui 10 comunidades quilombolas certificadas pela Fundação Cultural Palmares (FCP), do Ministério da Cultura, e mais três reivindicando reconhecimento. Com cerca de 44,5 mil habitantes, o município está localizado a 720 quilômetros de Salvador e tem economia baseada na agricultura, com destaque para o cultivo de manga e maracujá.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Exposição mostra dia a dia de comunidades quilombolas
O dia a dia das comunidades quilombolas de Barra e Bananal (Rio de Contas), Mangal Barro Vermelho (Sítio do Mato) e Rio das Rãs (Bom Jesus da Lapa) ganha destaque na exposição fotográfica “Gente de Quilombo: Força e Poesia”. A mostra reúne imagens dos primeiros quilombos baianos a garantir a titulação da terra e será aberta ao público nesta quarta-feira, 27, no Palácio Rio Branco (Praça Tomé de Souza). A visitação é gratuita.
Pessoas, expressões, lugares e horizontes dessas regiões foram registrados pelos fotógrafos Álvaro Villela, Márcio Lima e Rita Cliff. Os trabalhos mostram a relação dos moradores dos quilombos com a região na qual seus antepassados fincaram raízes, segundo a curadora Lanussi Pasquali. “O que cada um trouxe em suas câmeras foram registros estéticos e éticos de um povo. Povo num sentido comum à Idade Média: como pessoas que pertencem ao lugar”.
Para Álvaro Villela, único dos três fotógrafos que teve contato com comunidades quilombolas antes de dar início aos trabalhos para a mostra, a expressão facial dos moradores desses territórios é capaz de evidenciar a sensação de pertencimento deles e ao histórico de luta. “A força das suas faces me parece ser a herança mais marcante da ancestralidade dos quilombolas”, conclui Villela, que conheceu o cotidiano das comunidades de Barra e Bananal.
“Gente de Quilombo: Força e Poesia” será aberta ao público no evento Encontros com as Culturas Populares e Identitárias, realizado no Centro Histórico. A visitação poderá ser feita de terça a sexta-feira feira e também nos finais de semana. A mostra segue até o dia 21 de novembro, como homenagem ao Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro.
| Serviço |
Gente de Quilombo: Força e Poesia
Onde: Palácio Rio Branco (Praça Tomé de Souza)
Quando: A partir de 27 de outubro, de terça a sexta, das 10h às 18h e nos fins de semana de 13h às 18h. Até 27 de novembro
Ingresso: entrada franca
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Bahia realiza Encontros com as Culturas Populares e Identitárias
Durante sete dias, Salvador receberá grupos culturais, pesquisadores e gestores públicos para celebrar e discutir políticas de promoção da diversidade. O eventoacontece em vários pontos do Pelourinho, especialmente em suas ruas e na Praça das Artes, como parte integrante da programação cultural da região.
As manifestações artísticas dos diversos territórios de cultura da Bahia se apresentarão em Salvador durante os Encontros com as Culturas Populares e Identitárias, evento artístico e cultural que acontece de 23 a 29 de outubro, no Pelourinho. As apresentações, cortejos, shows e espetáculos estão concentrados nas ruas do Centro Histórico e na Praça das Artes. O evento promove o encontro das culturas populares de toda a Bahia com o público soteropolitano, além de um intenso intercâmbio entre os mestres e os participantes de cada uma dessas manifestações.
Os Encontros com as Culturas Populares e Identitárias são uma realização da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através do Núcleo de Culturas Populares, com o patrocinio do Ministério da Cultura, além do apoio das Secretarias de Promoção da Igualdade (Sepromi), de Educação (SEC), de Desenvolvimento Social e Combate á Pobreza (SEDES) e da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), através do Instituto Mauá.
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O evento inclui ainda uma exposição fotográfica no Palácio Rio Branco, que será aberta ao público às 19 horas do dia 27 de outubro. Realizada conjuntamente pelos fotógrafos Álvaro Villela, Márcio Lima e Rita Cliff, com curadoria da artista plástica Lanussi Pasquali, a exposição Gente de Quilombo é uma homenagem aos povos quilombolas. Para realizá-la, os fotógrafos visitaram os quilombos de Barra e Bananal (Rio de Contas), Mangal Barro Vermelho (Sítio do Mato) e Rio das Rãs (Bom Jesus da Lapa), primeiros da Bahia a garantir a titulação da terra, há cerca de 10 anos. As imagens evidenciam a profunda relação dos quilombolas com o território onde seus ancestrais fincaram raízes.
Leia a matéria na íntegra clicando aqui.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Ongs atuam como parceiras de escolas no interior da BA
Reprodução do Jornal A Tarde
SALVATORE CARROZZO
A história afro na Bahia vai além de Salvador (a nossa “Roma Negra”) e do Recôncavo baiano com passado canavial escravista. “As pessoas pouco sabem, mas temos comunidades Quilombolas já reconhecidas aqui na Chapada Diamantina”, afirma Líllian Pacheco, fundadora da Ong Grãos de Luz.
Foi pensando no distanciamento entre ancestralidade e os baianos que a educadora começou a desenvolver trabalhos com crianças nas escolas de Lençóis, em 1998.Hoje, a rede tem parcerias com o Ministério da Cultura e está presente em 20 municípios baianos.
O projeto conta ainda com a capacitação de professorese participação dos “griôs”, pessoas mais velhas da comunidade e que se encarregam de transmitir os ensinamentos e histórias orais.
Dificuldades Segundo Líllian, uma grande barreira vencida foiopreconceito dos próprios docentes da rede pública. “Muitos tinham dificuldade para lidar com a questão afro”, diz.
Problema similar foi detectado por Ana Rosa Mello, da Ong Oásis. Desde 2006, a organização desenvolve capacitação de multiplicadores e atividades lúdicas com crianças, tendo sempre o resgate das tradições afro e indígenas da região de Rio de Contas, onde está localizada.
“Muitos professores daqui são afrodescendentes,mastinham uma visão segundo a qual não podiam trabalhar certas questões em sala”, observa Ana Rosa. O projeto coordenado pela ong de Lençóis driblou esses e outros entraves, sempre buscando inserir a história do negro de forma positiva, como o resgate de figuras heroicas nas lutas de resistência em séculos passados.
“Não é só uma questão de elevar a autoestima desses jovens.
Tudo issotema vercom o lugar que essa criança vai ocupar na economia e política no futuro”, acredita.
O estudante Ricardo Oliveira, 14 anos, por exemplo, faz relatos sobre como o povo enfrentou uma grande seca em 1829 e também sobre o Jarê, manifestação religiosa com traços do candomblé. “Hoje, acho que tenho mais orgulho de ser negro”, conta.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Fórum Baiano debate diretrizes da educação quilombola
Elaborar as políticas públicas que atendam às especificidades educacionais das comunidades quilombolas da Bahia e reiterar a importância de se discutir a realidade desses povos. Com este objetivo, mais de 400 professores, estudantes e lideranças quilombolas de quase todos os Territórios de Identidade da Bahia, participam, desde a terça-feira (6) até esta sexta-feira (9), no município de Seabra (a 456 quilômetros de Salvador), Território da Chapada Diamantina, do II Fórum Baiano de Educação Quilombola.
As discussões darão origem às Diretrizes Estaduais da Educação Quilombola para a Bahia, que, segundo a representante da comunidade de Águas Claras (Salvador), remanescente do Quilombo do Urubu, Aidê Carvalho, o Estado já vem construindo. “O movimento do Estado, para criar uma política de reparação junto com as comunidades, já vem sendo percebido pelo grupo e é tido como um avanço em favor da educação e do cumprimento da lei nº 10.639, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira”, informa.
Para Nádia Cardoso, a coordenadora para as Relações Étnico-raciais e Diversidade da Secretaria da Educação, o Estado avança na construção das políticas públicas direcionadas às comunidades quilombolas. “Nós precisamos promover uma educação que inclua, com dignidade, as crianças quilombolas”.
Representando as comunidades quilombolas do estado, Maria Rosa da Silva destacou o “aprendizado” como a melhor ferramenta para a auto-estima das pessoas que vivem em quilombos e desarmar a discriminação ainda sofrida por elas nas escolas e nas sociedades.
“Aqui, a gente tem um complemento, a oportunidade de estar aprendendo. Cada vez que eu participo de um evento como esse, eu ganho forças para voltar à minha comunidade e dizer para eles que nós somos negros de verdade e que nós somos bonitos sim”, disse Maria Rosa.
Diversas cidades que integram o Território de Identidade da Chapada Diamantina, inclusive Seabra, são originadas de quilombos. Rio de Contas é uma delas. Lá, a professora Sandra Aparecida Augusto Santos ensina crianças de 4 a 6 anos em uma escola da comunidade quilombola de Barra do Brumado. “Participo do Fórum para falar sobre a nossa educação e para saber melhor sobre como passar os assuntos. Agora, nós estamos recebendo novos livros didáticos, que estão mais de acordo com a nossa realidade, quando os alunos se vêem nos livros, o resultado é bem mais positivo”, disse Sandra.
Ações no Estado
Desde o I Fórum Baiano, em 2009, cerca de 500 professores e lideranças quilombolas já passaram por cursos de formação continuada, que continuam oferecidos pela Bahia, por meio de universidades e da própria Secretaria da Educação. A construção e reforma de escolas nas comunidades também estão previstas.
Segundo Nildon Pitombo, superintendente de Educação Básica da Secretaria da Educação, as políticas de reparação não deverão ser feitas de forma isolada. O apoio das universidades também é essencial no processo de formação de educadores.
“O regime de colaboração é uma ferramenta capaz de provocar uma mudança significativa na realidade das comunidades quilombolas da Bahia. Precisamos valorizar a matriz africana na sociedade brasileira”, disse o superintendente. No país, existem mais de 1.340 comunidades, certificadas até setembro de 2009 pela Fundação Palmares. Destas, 297 estão na Bahia, mas estima-se que existam mais de 500 remanescentes de quilombos no estado.
No primeiro dia do Fórum, os participantes ouviram palestra do professor Carlos Eduardo Santana sobre a formação dos quilombos no Brasil e sobre a cultura africana. Além da exposição de Carlos Eduardo, documentários que retratam a vida nas comunidades quilombolas também foram exibidos.
O segundo dia do evento aconteceu no Centro Educacional de Seabra e foi dedicado ao encontro dos grupos de trabalho, que discutiram propostas de políticas educacionais relativas à alfabetização de jovens e adultos, à educação básica, à educação profissional, ao ensino superior e à educação do campo. A programação do II Fórum Baiano de Educação Quilombola também inclui conferências, plenárias, comunicação de trabalhos de pesquisa e apresentações culturais, além da exposição das propostas originadas dos grupos de trabalho.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Comunidades Quilombolas serão homenageadas em Salvador
Grupo Intersetorial para Quilombos será empossado nesta quarta-feira
Em clima de celebração, será realizada, na quarta-feira (16), no Teatro do Irdeb, no bairro da Federação em Salvador, a solenidade de posse do Grupo Intersetorial para Quilombos. Durante o evento, com início marcado para as 8h, serão feitas homenagens às comunidades quilombolas Rio das Rãs (Bom Jesus da Lapa), Barra (Rio de Contas), Bananal (Rio de Contas), Riacho das Pedras (Rio de Contas) e Mangal e Barro Vermelho (Sítio do Mato), que comemoram 10 anos de titulação.
A posse comemorativa deverá contar com a presença de secretários de Estado, gestores municipais, comunidades quilombolas e representações nacionais da Secretaria Especial de Políticas da Igualdade Racial (Seppir), Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Incra, Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Ministério da Cultura e organizações da sociedade civil de apoio às comunidades quilombolas e do movimento negro, entre outros.
Durante o ato, serão apresentados os membros do Grupo Intersetorial para Quilombos e as ações previstas nas políticas em andamento.
Finalidade - Criado pelo Decreto 11.850/2009, que institui a Política Estadual para as Comunidades Remanescentes de Quilombos da Bahia, o Grupo Intersetorial para Quilombos tem a finalidade de elaborar os Planos de Desenvolvimento e acompanhar a Política Estadual. A iniciativa atende às demandas específicas dos Povos e Comunidades Tradicionais.
Conforme o Decreto 488/2003, as comunidades remanescentes de quilombos são grupos étnico-raciais, reconhecidos segundo critérios de auto-atribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida.
A Política Estadual para Comunidades Remanescentes de Quilombos da Bahia contém dois grandes eixos: a titulação dos territórios quilombolas incidentes em terras devolutas do Estado e a construção dos Planos de Desenvolvimento Social, Econômico e Ambiental Sustentáveis das Comunidades Remanescentes de Quilombos, devendo contemplar programas, projetos e ações, com definição de metas, recursos e responsabilidades dos órgãos públicos envolvidos na sua execução.
Participam do Grupo as secretarias de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), de Promoção da Igualdade (Sepromi), da Agricultura (Seagri), de Educação (SEC), de Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir), de Desenvolvimento Urbano (Sedur), de Cultura (Secult), de Tecnologia, Ciência e Inovação (Secti), do Meio Ambiente (Sema), de Saúde (Sesab) e do Trabalho, Emprego e Renda (Setre).
Serviço:
O Quê: Posse do Grupo Intersetorial para Quilombos
Quando: Dia 16 de junho, a partir das 8 horas
Onde: Teatro do Irdeb, Rua Pedro Gama, nº 413, Alto do Sobradinho, bairro da Federação
Programação
8h às 9h – Café da manhã para os quilombolas
09h às 09h15 – Apresentação Cultural
09h15 às 10h – Palestra: História, Identidade e Resistência das Comunidades Quilombolas
10h às 10h15 – Debate
10h45 às 11h30 – Homenagem às três comunidades quilombolas tituladas
11h30 às 12h30 – Ato de Posse
Roda de samba quilombola
12h30 – Almoço
Texto: Leda Albernaz
Ascom/Sedes
sábado, 24 de abril de 2010
Exposição quilombola chega a Teresina no Piauí
Em 40 fotografias e 6 mapas, a exposição retrata a história e o cotidiano das comunidades remanescentes dos quilombos. O modo de viver, o labor diário das roças e as técnicas agrícolas e a memória ancestral na expressão dos rostos negros.
Idealizados como focos da cultura negra isolados em pontos longínquos do país, os quilombolas estão presentes em quase todos os estados. Desconhecidos, com uma realidade invisível para boa parte da população brasileira, os integrantes dessas comunidades foram e ainda são abnegados por aqueles que desconhecem o real processo de formação da nossa nacionalidade.
Cafundó, Conceição dos Caetanos, Curiaú, Itamatatiua, Kalunga, Mocambo, Mumbuca, Oriximiná, Rio de Contas e Tapuio foram as comunidades escolhidas para o estudo, que revela traços marcantes da ancestralidade africana.
Os mapas são representações gráficas da realidade desses povos e se firmam como ferramentas eficazes de interpretação e leitura do território. As fotos, todas em preto e branco, marcam traços, formas e trejeitos.
As lentes de André Cypriano já são especialistas em registrar povos e comunidades desconhecidas do grande público. Vencedor de prêmios nacionais e internacionais, o também documentarista é o responsável pelos ensaios que contribuem para a ampliação e continuidade das discussões sobre essas comunidades carregadas de história, da nossa história.
“Durante a exposição, a Casa realizará também um ciclo de palestras com a temática negra com a participação de professores pesquisadores nos núcleos IFARADÁ, da UFPI, e NEPA, da Uespi”, conta Josy Brito, diretora da Casa da Cultura. Acontecerão também apresentações de grupos representantes da cultura africana como Ijexá,Coisa de Nêgo e Grupo de Capoeira Raízes do Brasil. “Quilombolas” ficará à disposição do público até o dia 10 de junho, sempre de segunda a sexta de 8h às 19h e no sábado de 9h às 13h.
Fonte: Fundação Cultural Monsenhor Chaves
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Exposição quilombola chega ao estado de Rondônia
Trata-se de um documentário de 11 comunidades negras remanescentes dos quilombos, difundindo amplamente questões sociais e culturais que as envolvem. | ||
A Casa de Cultura Ivan Marrocos recebe a partir de terça-feira (23) uma exposição que une a sensibilidade das lentes do fotógrafo André Cypriano e a experiência em cartografia do geógrafo e pesquisador Rafael Araújo dos Anjos. Com o título Quilombolas – Tradições e Cultura da Resistência, a exposição reúne 40 fotografias em negativo convencional preto-e-branco e seis mapas, além de textos e legendas, sobre a cultura quilombola.
“Em Rondônia também temos comunidades Quilombolas. Trazer essa exposição, que já passou por outras capitais brasileiras, é mais que oferecer ao público uma exposição artística. É também uma forma de resgatar referências da história de Rondônia e um convite à reflexão crítica sobre o passado, o presente e sobre como queremos construir o futuro”, analisa Jucélis Freitas, secretário da Secel.
As comunidades abordadas são: Cafundó (São Paulo), Itamatatiua (Maranhão), Oriximiná (Pará), Kalunga (Goiás), Mocambo (Sergipe), Rio de Contas – Barra do Brumado (Bahia), Conceição dos Caetanos (Ceará), Tapuio (Piauí), Curiaú (Amapá), Mumbuca (Tocantins) e Campinho da Independência (Rio de Janeiro).
São 30 fotografias preto-e-branco, no formato
O material que faz parte do livro Quilombolas – Tradições e Cultura da Resistência também foi exposto em 10 países do Continente Americano na Etapa das Américas (2008/2009). Em capa dura e com cerca de 200 páginas entre fotos, textos e mapas descritivos o livro tem a finalidade de documentar cinco comunidades quilombolas representativas do Estado do Pará e difundir amplamente questões sociais e culturais que as envolvem. As principais comunidades se localizam nos municípios de Oriximiná, Santarém, Abaetetuba e Baião.
Serviço: Exposição Quilombolas – Tradições e Cultura da Resistência Casa de Cultura Ivan Marrocos. Avenida: Carlos Gomes, s/nº, esquina com Rogério Werber, Bairro Caiari, Porto Velho / RO. Telefone: 32165138. Ou pelo e-mail: gzarte@hotmail.com | ||
domingo, 10 de janeiro de 2010
Desfile de moda marca certificação do Qualifica Bahia em Rio de Contas
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Fonte: Folha do Reconcâvo
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Quilombo riocontense em exposição no Ceará
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Verdadeiro valor
Os quilombolas visitados pelo fotógrafo e o pesquisador foram Cafundó (SP), Itamatatiua (MA), Oriximiná (PA), Kalunga (GO), Mocambo (SE), Rio de Contas - Barra do Brumado (BA), Tapuio (PI), Curiaú (AM) e Mumbuca (TO) e Conceição dos Caetanos (CE). Em território cearense, Cypriano apontou suas lentes para os moradores afrodescendentes da comunidade que fica em Tururu, localizado a 168 quilômetros de Fortaleza, com 130 famílias, e práticas culturais distintas.
Terminado o trabalho, veio a constatação: "Descobrimos muitas coisas boas. Mas vimos também que as pessoas não fazem o que devem fazer pelos quilombos. A escravidão no Brasil é um passado recente, nós devemos nos sentir responsáveis até hoje e tentar reparar nossos erros, dar o verdadeiro valor aos negros, o valor que eles merecem. Eu me sinto culpado pela escravidão e acho que todo o Brasil deveria se sentir também. Temos que apoiar a cultura quilombola, dar condições de manutenção às comunidades. E não estou dizendo que eles têm que se urbanizar, se enquadrar na realidade urbana. Acho que eles são lindos como são, mas algo tem que ser feito. Um desenvolvimento com muito cuidado".
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A mostra, que teve início em 2007, foi concebida inicialmente para passar por poucas cidades. No entanto, devido ao interesse de público e de órgãos institucionais de cultura, já circulou por cidades como Assunção, Buenos Aires, Montevidéu, La Paz, Lima e Bogotá. Desta nova fase, fazem parte as exposições no Ceará. Juazeiro do Norte abrigará a mostra entre 5 de fevereiro e 5 de março, no Centro Cultural Banco do Nordeste da cidade. Em Fortaleza, a exposição tem patrocínio da Petrobrás e apoio do Banco do Nordeste, Ministério da Cultura, Secretaria Especial de Políticas para a Igualdade Racial e Fundação Cultural Palmares.
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Mais Informações:
Exposição "Quilombolas -
Tradições e Cultura da Resistência"
FORTALEZA
Abertura hoje, a partir das 19h, até 29 de janeiro
Local: Centro Cultural Banco do Nordeste (Rua Floriano Peixoto, 941 - Centro)
JUAZEIRO DO NORTE
Data: 05 de fevereiro a 5 de março
Local: Centro Cultural Banco do Nordeste (Avenida São Pedro, 337 - Centro)
Leia a íntegra da matéria clicando aqui
Fonte: Diário do Nordeste
Rio de Contas ganha desfile de modas produzido por quilombolas
O secretário estadual do Trabalho Nilton Vasconcelos, que participa da solenidade, considera esta primeira certificação da Setre em 2010 como uma continuidade do processo de qualificação de trabalhadores baianos, que se realiza ininterruptamente desde janeiro de 2007. O curso de corte e costura deu aos quilombolas uma utilização para máquinas industriais doadas pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).
A superintendente de Desenvolvimento do Trabalho, Maria Thereza Andrade, também presente em Rio de Contas, diz que o programa Qualifica Bahia tem como objetivo atender às demandas de qualificação nas diversas cadeias produtivas do Estado, entre elas agricultura familiar e economia solidária, comércio e serviços, construção civil e empreendedorismo individual.
A cidade de Rio de Contas é uma das mais antigas jóias da Chapada Diamantina, considerada importante pelo seu valioso acervo histórico. Segundo informações da Fundação Cultural Palmares, o município mantém uma comunidade remanescente de quilombos de Barra e Bananal, com cerca de 740 habitantes, vivendo em 1.339,28 hectares de terra.
Fonte: Rádio Metrópole/Salvador
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Quilombolas de Rio de Contas recebem certificação
Quilombolas da histórica cidade de Rio de Contas receberão, nesta quinta-feira (07), às 19h, os certificados do curso de corte e costura do Programa Qualifica Bahia. Eles integram o grupo de 88 formandos que, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), realizaram os cursos de garçom, corte e costura e organização de eventos no ano passado.
No ato da solenidade, os concluintes do curso de corte e costura realizarão um desfile de modas, apresentando as roupas produzidas durante as aulas. Esta é primeira certificação de 2010 e haverá a continuidade ao processo de qualificação de trabalhadores baianos que já é realizado ininterruptamente desde janeiro de 2007.
A superintendente de Desenvolvimento do Trabalho, Maria Thereza Andrade, diz que o curso de corte e costura deu uma utilização às máquinas industriais doadas pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).
Fonte: IBahia.com


