quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Chapada Diamantina se especializa na produção de alimentos orgânicos
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Chapada: Zoneamento garante acesso de produtores de uva da região ao crédito rural
Com informações do Jornal da Chapada
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Rio de Contas prestes a se tornar pólo no cultivo de uva para vinhos finos
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Governador participa da primeira colheita de uvas em Morro do Chapéu
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Renegociação do Pronaf para agricultores atingidos pela seca
As informações são da Secretaria de Agricultura
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Pior seca dos últimos tempos leva governo a "promover" chuva
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Realizada a 5° despesca de tilápia em tanques rede

Atualmente o projeto esta beneficiando diretamente 37 associados que contam com o opoio da Secretaria de Agricultura que disponibilizou técnicos para acompanhar todo a sistema de produção desde a compra de alevinos, ração e acompanhando todo o desenvolvimento até o dia do abate. Os peixes são vendidos no comercio local e municípios circunvizinhos.A sexta despesca esta prevista para o mês de maio de acordo com cronograma da Associação de Pescadores e a SEAGRI-RC. A piscicultura é uma nova alternativa de renda. “E hoje a piscicultura em nosso município é uma realidade”.
Fonte : SEAGRI Rio de Contas
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Rio de Contas poderá ter área experimental de uvas, frutas temperadas e oliveiras
Informações da SEAGRI
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Agricultura tem novo secretário
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Não falta água, falta ação
Por Raimundo Marinho/Mandacaru da Serra
Uso da água do açude Luiz Vieira, do DNOCS, encontra-se praticamente "privatizado"
A discussão sobre a escassez de água para irrigação, no pólo de fruticultura formado pelos municípios de Livramento de Nossa Senhora e Dom Basílio, na Bahia, tornou-se repetitiva, inócua e politicamente incorreta. Sucessivas “audiências públicas” e viagens a Brasília, tudo inútil, pois falta o essencial: vontade e ação e sobejam as conversas para boi dormir, ordinariamente, em véspera de eleição, de dois em dois anos.
Uma vaca não pode dar mais leite do que permitem as condições naturais do seu ubre. Assim é o açude Luiz Vieira (Rio de Contas), o qual, feito para suprir 5.000 ha, em Livramento, não pode irrigar as mais de 12.000 mil ha que lhe são exigidas, nos dois municípios. Não haverá solução, se tudo não for recolocado no eixo inicial, o que inclui o uso da água em sua finalidade original e a conclusão do projeto do DNOCS, inacabado há mais de 20 anos.
O decantado pólo de fruticultura de Livramento e Dom Basílio, baseado na manga e maracujá, na verdade, possui bases falsas e ilegais. De um lado, parte da área plantada é formada de terras desapropriadas pela União e irregularmente ocupadas por grandes produtores. De outro, fora os 3.500 ha do chamado bloco III, que o DNOCS conseguiu viabilizar, o uso da água para irrigação dos outros 8.500 hectares tornou-se privado, portanto, irregular.
Plantou-se mais do que a capacidade hídrica disponível na região, não havendo perspectiva de solução definitiva à vista, em razão dos interesses políticos e econômicos envolvidos. Buscam-se paliativos na tentativa de se agregar à oferta de atual de água (105 milhões de m³) pelo menos mais 20 milhões de m³, que deverão custar cerca de R$20 milhões. Os fruticultores, que faturam por volta de R$1 bilhão por ano, não querem ter esta despesa e empurram o problema para o governo, que se tem feito de surdo.
Em torno dessa quizila é que giram os sucessivos e inócuos debates, nas repetidas e inúteis audiências públicas, não havendo nem mesmo projeto formal nesse sentido. O próprio prefeito de Livramento, Carlos Batista, que não conseguiu viabilizar uma solução quando tinha no colo o então ministro da Integração Nacional, entregou a questão para Deus, ao afirmar, na audiência pública de 9 de dezembro: “esperamos em Deus que tudo isso seja solucionado o mais breve possível”.
O contexto da frase, divulgado no site oficial, é mais amplo, onde ele, certamente amaldiçoando o outrora seu “deus Geddel Vieira Lima”, teria dito, em típico jogo para a platéia: “Temos buscado constantemente a realização destas obras que são fundamentais para a sobrevivência do pólo de fruticultura regional. Estamos contando com o apoio dos deputados aqui presentes, bem como seus representantes e esperamos em Deus que tudo isso seja solucionado o mais breve possível”.
Só havia dois parlamentares, um deles Edson Pimenta, único a comparecer na audiência anterior, em 29 de maio último, de uma lista de 61 convidados. Na ocasião, ele arrancou aplausos do auditório da Câmara, dizendo que eram projetos de fácil execução, que, além de vontade política, faltava vergonha dos políticos. Disse que bastariam recursos das emendas parlamentares para financiar as obras e, se cada um colaborasse, a transposição seria feita este ano. Chegou a disponibilizar R$1 milhão da sua cota de R$6 milhões anuais.
Porém, na segunda reunião, início deste mês, ele nem tocou no assunto, mudando o discurso para: “Se dependesse apenas de minha caneta, de uma rápida assinatura, podem ter certeza que já teríamos iniciado as obras. Posso afirmar que, Livramento, Dom Basílio e Rio de Contas contam com o meu apoio, desta forma, levarei as reivindicações de vocês ao Congresso e também lutarei por esta causa”.
Assim, não há solução a vista, apenas palcos eleitoreiros. Mas, por via das dúvidas, a Comissão Gestora dos Açudes arranjou um nome mais pomposo para o problema: “Programa Emergencial de Gestão Hídrica”. A idéia sustenta-se nos projetos cantados e decantados, mas sem qualquer formatação, de pressurização do Bloco I, no Perímetro Irrigado do Brumado; e de transposição de água dos rios Taquari, Vereda e Brumado para o açude público Riacho do Paulo.
Os produtores não querem gastar o dinheiro da produção, acima de R$1 bilhão por ano, e os governos, estadual e federal, nem ai para o problema, apesar do suposto peso das autoridades e importância das entidades que endossam as reivindicações: prefeitos Carlos Batista (Livramento), Marcio Farias (Rio de Contas), Luciano Pereira (Dom Basílio); Associação do Distrito de Irrigação do Brumado-ADIB; Comissão Gestora dos Açudes Públicos “Brumado” e “Riacho do Paulo”; Câmara de Diretores Lojistas; DNOCS; Câmara de Vereadores (Rio de Contas, Livramento e Dom Basílio); deputados federais Valdenor Pereira e Edson Pimenta; sindicatos e outros.
De três uma: ou as autoridades arroladas pouco valem; ou só Deus resolve; ou o governo é duro na queda. Ou, ainda, que o problemazinho pode ser resolvido pelos próprios produtores, com apenas 2% do que faturam em um ano. Se eles criaram o problema, plantando mais do que permitia a capacidade hídrica da região, que resolvam. E quem garante que, feitas as obras, não vão, insanamente, continuar ampliando a área plantada?
Mas não custa perguntar: quantas emendas a respeito já estão no orçamento da União, quantos projetos já foram entregues ao Ministério da Integração Nacional, pelos bonzinhos deputados que querem ajudar?
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Sem manutenção nem fiscalização, irrigação em Livramento corre risco
Chegou ao conhecimento do O Mandacaru que os próceres do PMDB, na Bahia, deputado federal Lúcio Vieira Lima e seu irmão e ex-ministro Geddel Vieira Lima teriam se irritado com o correligionário Amâncio Lima Aguiar por ter se beneficiado com a cessão irregular de terra e tubos de irrigação do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS), em Livramento de Nossa Senhora, Bahia. Amâncio Lima Aguiar, além de assessor especial do prefeito local, Carlos Roberto Souto Batista, igualmente do PMDB, é ainda presidente do diretório municipal do partido.
A apropriação indevida da tubulação, como já divulgado neste site, é recente, mas a ocupação irregular de área do DNOCS teria ocorrido em 2009, justamente quando Geddel Vieira Lima era o ministro da Integração Nacional, ao qual o DNOCS é subordinado. Além disso, o fato era do conhecimento do coordenador estadual do órgão Osanah Rodrigues Setúval, indicado para o cargo pelo então ministro, em substituição a Gerardo Azevedo Júnior, do Partido dos Trabalhadores.
Além dessas mazelas, apesar da importância do projeto para a agricultura irrigada em Livramento, hoje 2º pólo de produção de manga da Bahia, além do maracujá, o sistema de irrigação também está tecnicamente ameaçado e pode entrar em colapso a qualquer momento. O risco está na falta de manutenção, envolvendo a barragem, inaugurada há mais de 20 anos, e o canal de distribuição; bem como no seu uso para irrigar o triplo (cerca de 15.000ha) da área para a qual fora inicialmente projetado (5.000ha).
FALTAM PROVIDÊNCIAS
Estima-se que o faturamento da produção obtida com a irrigação gire em torno de R$1 bilhão, mas isso não tem sido suficiente para sensibilizar autoridades e produtores para a necessidade de conservação dos equipamentos. A parede do açude e o canal a céu aberto que leva água para as lavouras apresentam fissuras que estão a exigir profunda análise técnica, pois, aparentemente, demonstram ser de alta gravidade. Ademais, uma peça da comporta quebrou-se, pelo desgaste natural, e a operação de abertura e fechamento está sendo feita de forma improvisada.
Após mais de 20 anos sem manutenção adequada, a comporta poderá emperrar a qualquer hora. O mais provável é que isso ocorra com ela fechada, impedindo a liberação da água para irrigação, mas poderá acontecer com ela aberta, provocando o esvaziamento descontrolado do manancial. Tudo isso é do conhecimento da Coordenação Estadual do DNOCS, para onde já foram enviados vários pedidos de providências, segundo garante o chefe local do Departamento, Pedro Antônio Oliveira Lima.
Dando a impressão de que assistem a tudo de camarote, estão os produtores e as autoridades estaduais e municipais, parlamentares inclusos. Parecem ignorar que se o sistema entrar em colapso, qualquer que seja o motivo, será um desastre para a economia do município, hoje sustentada na agricultura irrigada, afetando, também, a produção estadual.
Com informações do Mandacaru da Serra
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Chapada Diamantina se tornará produtora de vinhos
Esta é a segunda unidade instalada na Chapada, a primeira unidade foi instalada em Morro do chapéu a oito meses, e vem apresentando excelentes resultados. Uma terceira unidade deverá ser instalada em breve na região de Rio de Contas que também possui excelentes características edafo-climáticas e pode vir a ser boa produtora no futuro.
Com informações do Overmundo
Após Morro do Chapéu e Mucugê, Rio de Contas terá unidade de observação para produção de uvas
Montagem do JC

“Este é um sonho que está se concretizando”, disse o prefeito de Morro do Chapéu, Cleovar Barreto, ao contemplar, ao lado do secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, o primeiro cacho de uva da variedade Cabernet Sauvignon, produzida na Unidade de Observação instalada no município, na Chapada Diamantina. Especialista em uvas viníferas e diretor da Vinícola Miolo, instalada na Bahia na cidade de Casa Nova, Eurico Benedetti ficou encantado com o vigor das mudas e afirmou que “a Miolo fará os primeiros vinhos com as uvas produzidas aqui”. A oferta do empresário foi “brindada” com as novas mudas da variedade Malbec, de origem francesa, que acabaram de chegar à unidade de observação. “O próximo brinde será feito com os primeiros vinhos da Chapada”, projetou o secretário. “A impressão que tenho é a melhor possível. A videira se dá muito bem nesses solos profundos, com boa penetração das raízes. O vigor das mudas é muito forte, tem desenvolvimento excelente por causa da insolação”, analisou o executivo da Miolo. Ele afirma ainda que os solos e o clima da Chapada reúnem condições muito favoráveis ao cultivo de uva para produção de vinho.
Acompanhado pelos superintendentes de Atração de Investimentos, de Desenvolvimento da Agropecuária e de Agricultura Familiar da Seagri, respectivamente Jairo Vaz , Raimundo Sampaio e Wilson Dias, o secretário Eduardo Salles visitou na manhã desta sexta-feira, (30), a unidade de observação, instalada numa parceria da Seagri/EBDA, Embrapa, Associação de Produtores e Criadores e prefeitura de Morro do Chapéu. Ele afirmou que “este é um momento histórico para o município e para a Bahia. Não tenho a menor dúvida de que em breve a Chapada Diamantina será transformada num importante produtor de uvas viníferas e de vinhos de alta qualidade”.
A visita do secretário e comitiva à unidade de observação foi acompanhada por dezenas de produtores, lideranças políticas e sindicais e prefeitos de municípios vizinhos. Durante o café da manhã oferecido pela prefeitura de Morro do Chapéu, o produtor Odilésio Gomes afirmou que “nada resiste à força do trabalho, e graças ao empenho do governo do Estado através da Secretaria da Agricultura a Chapada está entrando numa fase de transformação social e econômica”.
Instalada há oito meses, a Unidade de Observação de Morro do Chapéu apresenta excelente comportamento, com resultados promissores com as variedades de uvas viníferas, como Cabernet Sauvignon e Chardonnay, dentre outras. O superintendente Jairo Vaz, que desde o primeiro momento acompanha de perto as atividades na Unidade de Observação de Morro do Chapéu, informou que uma segunda leva de mudas será plantada na unidade, das variedades Pinot Noar, Cabernet Blanc, Merlot, Sauvingnon Blanc e Malbec.
“O primeiro passo foi dado com resultados maravilhosos. Agora, numa segunda etapa, vamos observar a variedade que mais se adapta. O terceiro passo será a atração de agentes financeiros para abertura de linhas de financiamento para os pólos de uva que deverão ser instalados na região por produtores da região de outras partes do Brasil”, explicou Eduardo Salles.
MUCUGÊ E RIO DE CONTAS
A avaliação unânime feita por técnicos da Embrapa de que a Chapada Diamantina tem todas as condições de desenvolver uvas viníferas de qualidade levou a Seagri a expandir as ações nessa região, instalando outras unidades de observação. A segunda unidade será instalada em Mucugê, e com esse objetivo a Seagri já assinou protocolo de intenções com o Sindicato dos Produtores Rurais de Mucugê. A terceira unidade será instalada no município de Rio de Contas.
Assim como em Morro do Chapéu, em Mucugê e Rio de Contas serão cultivadas também frutas temperadas, como maçã, ameixa, pêra, pêssego e oliveira, que já é plantada por um grupo francês em Rio de Contas, com bons resultados. “Estas culturas, a exemplo do que acontece na Europa, permitem a inclusão de pequenos agricultores, constituindo-se em excelente oportunidade para dar sustentabilidade à agricultura familiar e estabelecer parcerias entre os pequenos e os grandes produtores”, afirma Salles.
Com informações do Jornal da Chapada
terça-feira, 6 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Cachaça Serra das Almas no ranking das melhores do Brasil da revista VIP
Em agosto, o Mapa da Cachaça fez parte do time de dez especialistas e amadores responsáveis pelo Ranking de Cachaças Brancas da revista VIP.
O de camiseta vermelha é o Felipe, editor e degustador nas horas livres
O ranking foi composto apenas por cachaças brancas, ou seja, que não passam por madeira ou são apenas armazenadas em madeiras neutras, como o amendoim e o jequitibá. Essa decisão foi muito interessante, já que o envelhecimento em madeiras, como o carvalho e o bálsamo, acaba apresentando alterações mais evidentes na cor, aroma e paladar da cachaça. Essas pingas envelhecidas possuem características mais amadeiradas, agregando outras propriedades ao destilado e disfarçando os aromas e sabores primários da cana-de-açúcar. Por essa razão, separar cachaças armazenadas ou que não passam por madeira das cachaças envelhecidas faz muito sentido.
Nesse video, o Leandro Batista explica com mais detalhes as diferenças entre cachaça armazenada e cachaça envelhecida:
A avaliação foi feita no Engenho Mocotó, espaço criado por Rodrigo Oliveira, chef e dono do Restaurante e Cachaçaria Mocotó, na Vila Medeiros em São Paulo. A degustação foi feita às cegas, ou seja, ninguem sabia o que estava bebendo – outro diferencial muito interessante desse ranking realizado pela VIP. Com a degustação conduzida às cegas, o avaliador não é influenciado por marcas, mitos ou imagens bonitas nos rótulos, o resultado fica por conta das cachaças que mais agradaram no visual, aroma, paladar e retrogosto (aquele sabor final que fica na boca).
Foi uma tarde de muito trabalho
Aqui vai a lista das TOP 10 Cachaças Brancas da Revista VIP 2011 (o resultado foi publicado na edição de setembro de 2011, com a Thais Fersoza na capa).
Foto da Revista VIP: um ranking só com as melhores branquinhas
1 – Serra das Almas
3 – Mato Dentro Premium Prata e Nega Fulô Jequitibá
4 – Armazem Vieira Nossa Senhora do Desterro
6 – Leblon
7 – Jacuba Prata
8 – Mercedes Prata
Com informações do Mapa da Cachaça
domingo, 7 de agosto de 2011
Embrapa aposta no potencial da Chapada Diamantina para a citricultura
O desenvolvimento da citricultura na Chapada Diamantina é o principal objetivo de uma parceria entre a Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, a prefeitura municipal de Rio de Contas através da secretaria Municipal de Agricultura e o produtor rural Elias Pereira Cruz, com apoio do Banco do Nordeste. O projeto está sendo conduzido há cinco anos pelos pesquisadores Orlando Sampaio Passos, Walter dos Santos Soares Filho e Clóvis Oliveira de Almeida. “A Chapada Diamantina é uma das regiões mais propícias para o cultivo de citros para mesa no Brasil”, afirma Orlando Passos. Na Bahia, atualmente, as principais regiões produtoras são o Litoral Norte e o Recôncavo.
Visando conhecer o comportamento de variedades cítricas nas condições da região, a Embrapa está avaliando um grupo de laranjas doces, tangerinas e outras espécies em duas propriedades: na Bagisa S.A., em Ibicoara, e no Sítio Recanto dos Pássaros, em Rio de Contas. “As condições climáticas e edáficas são favoráveis, mas é necessário que se façam estudos no sentido de escolher as espécies e variedades adaptáveis a essas condições”, declara o melhorista Walter Soares.
Situada na parte central do estado, a região já foi chamada de “Alpes baianos”pelas baixas temperaturas das noites de inverno, que podem chegar a 6ºC,principalmente nos meses de junho e julho. Os solos Latossolos Vermelho-amarelos e Amarelos são predominantes, sendo os de maior potencial para agricultura os Vermelho escuros e Cambissolos.
Segundo a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (Car), empresavinculada à Secretaria de Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir) do governo do Estado, há nessa microrregião uma área potencial de 18.690 hectares irrigáveis para usoprincipalmente pela horticultura, com abundância de recursos hídricos.
“Um fato importante é a predominância de pequenas propriedades nesses municípios, o que constitui, ao lado das condições climáticas, justificativa para sedesenvolver uma citricultura visando ao mercado interno e, posteriormente, externo defrutas cítricas, em especial do grupo das tangerinas”, afirma Clóvis Almeida, pesquisador da área de socioeconomia da Embrapa.
Um exemplo é a tangerina ‘Ponkan’, cuja qualidade (coloração e peso do fruto) é bastante superior à das produzidas em outras regiões do país. Os frutos produzidos em Rio de Contas apresentam coloração alaranjada, intensa e uniforme.
O produtor Paulo Paschoal dos Santos, 81 anos, foi o pioneiro do cultivo da tangerineira ‘Ponkan’ em Rio de Contas. Também cultiva as laranjeiras Bahia, Baianinha,Lima e Pera, todas no espaçamento de 5 m x 5 m. As mudas foram adquiridas em Minas Gerais, prática comumente adotada na região. “Se não houvesse ainda tanta incredulidade, a região poderia ser transformada em uma potência, a ponto de atrair compradores de São Paulo, tal é qualidade da fruta, devido ao clima privilegiado e da inexistência de pragas, tão comuns nas principais regiões produtoras do país. segunda-feira, 1 de agosto de 2011
EBDA traça ações em Rio de Contas
O coordenador do Pacto Federativo no Território da Chapada Diamantina, Fábio Lúcio Martins Neto, reuniu a equipe técnica da empresa, lotada no município de Rio de Contas, no Posto Avançado (Pavan) da EBDA da cidade, para discutir as futuras ações do órgão, na região. O Pacto Federativo é um projeto do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), executado pela EBDA em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).
“A chegada desses novos parceiros será importante, pois eles nos ajudarão a dar continuidade na assistência técnica aos agricultores familiares do nosso município, beneficiando o maior número de assistidos, pela empresa”, declarou o técnico da EBDA de Rio de Contas, José Sidelmo Cardoso Santana.
Para que a EBDA dê continuidade as suas ações, na região, o Pavan de Rio de Contas foi equipado com novos equipamentos, tais como computadores, mesas, cadeiras e uma impressora. “O município possui um grande potencial para a fruticultura de clima subtropical, por isso deve ser bem assistido. Parcerias deverão, também, ser estabelecidas com instituições de pesquisa, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)”, afirmou Martins Neto.
Com informações da EBDA
sábado, 30 de julho de 2011
Projeto beneficia psicultores de Rio de Contas

O projeto estar beneficiando diretamente Os Cooperados da Associação de Pescadores do Município de Rio de Contas que vende os peixes no comercio local e municípios circuvizinhos a associação conta hoje atualmente com 37 Associados.
Através da Secretaria Municipal de Agricultura,com parceria com o DNOCS vão ser adquiridos nesta nova fase 10 mil alevinos neste mês de julho 2011 e mas tanques redes em outro estagio de implantação do projeto .
Concluindo assim a terceira despesca realizada desde o inicio de criação A piscicultura no interior do estado. E é feito atendendo à demanda das associações de produtores, que vêem na piscicultura uma nova alternativa de renda. “Hoje a piscicultura é uma realidade e por ter um custo menor, vem se expandindo nas pequenas comunidades rurais, gerando emprego, renda e, principalmente, produção de alimentos.Com informações da Seagri Rio de Contas
