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terça-feira, 1 de abril de 2014

Associações de artesãs de Rio de Contas expõe na Expoconquista


Duas associações de artesãs de Rio de Contas estiveram na Expoconquista expondo o trabalho de suas associadas. A Associação das mulheres Quilombolas, que surgiu à cerca de 5 anos e a Amar – Associação de Mulheres Riocontenses que surgiu em fevereiro de 2014 trouxeram para a Feira Coopmac seus tapetes, panos de prato, jogos de cama, mesa e banho, roupas e acessórios e até cachaça, tudo feito pelas mãos das mulheres de Rio de Contas. Crochê, ponto cruz, vagonite, patckwork, tricô, são algumas das artes manuais feitas por essas mulheres. Os valores dos produtos variam de R$ 4,00 até R$ 500,00. O trabalho de cerca de 70 mulheres das duas associações estão sendo expostos na feira.

Com informações do Itiruçu Online

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Rodada de negócios sinaliza oportunidade para artesãos baianos

Via Secretaria de Comunicação Social do Estado da Bahia
Durante dois dias, artesãos e compradores da Bahia e do Brasil estiveram reunidos no Othon Palace Hotel, em Ondina, Salvador, participando da VI Rodada de Negócios de Artesanato, que foi encerrada quinta-feira (6), numa parceria do Instituto Mauá e Sebrae/BA.

O diretor-geral do Mauá, Elias Nunes Dourado, acredita que o evento deu oportunidade aos artesãos baianos de entrar em contato com outros compradores, firmando novas parcerias e gerando mais trabalho e renda. 

Participando pela sexta vez da rodada, a presidente da Associação dos Artesãos de Nova Soure, Maria Zenaide Batista, exibia produtos de arte em retalhos e ressaltou a importância dessa oportunidade. “Fechei ótimos negócios. A expectativa para vendas é muito boa e nosso trabalho fica conhecido nacionalmente”. 

Para a gestora do projeto Expoart Bahia, Aparecida Fernandes, o evento vem crescendo a cada edição, e este ano é esperado que as vendas cheguem a mais de R$ 150 mil, superando o do ano passado, com 130 mil. “A rodada proporciona ao artesão uma negociação direta, abre seus canais de comunicação e amplia seu faturamento”.

Para o artesão de Salvador, Manoel Messias, que trabalha com cabaças feitas de cerâmica, a rodada na Bahia atendeu às suas expectativas. “Esta é a primeira vez que participo deste evento e estou feliz pela valorização do nosso trabalho e o apoio do governo, que é fundamental. O artesanato é formador de cultura, e precisamos manter a tradição dessa produção regional”. Ele ressalta ainda que o artesanato gera renda e divisas para o estado.

O evento reuniu artesãos dos municípios de Feira de Santana, Nova Soure, Rio de Contas, Vitória da Conquista, São Sebastião do Passe, Costa dos Coqueiros, Jeremoabo e Paulo Afonso, além de Salvador, que tiveram a oportunidade de comercializar suas peças com lojistas de toda a Bahia e dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Ceará, Alagoas, Minas Gerais e Brasília.
Prestígio em alta
A consultora do Sebrae-BA, Marília Falcão, informou que a cada ano a rodada cresce em valores quantitativos e na facilidade do artesão em negociação. “Temos 45 mesas com 62 expositores, formados por artesãos de grupos, associações e vários empreendedores individuais que estão negociando com grandes lojistas. Nossos produtos estão sendo prestigiados por compradores de peso, como Tok e Stock, Xarmonix, Tabuleiro da Baiana, Grupo Pão de Açúcar”. 

Marília lembrou ainda que a qualidade dos produtos apresentados pelos artesãos baianos tem recebido elogios. “Os artesãos estão mais preparados, crescendo como empreendedores”.

Uma das participantes do evento, a designer baiana Goya Lopes elogiou a organização da rodada e a qualidade dos compradores. “Encontros como este viabilizam a compra e a venda, possibilitando um bom desenvolvimento do meu trabalho. O artesanato é um dos setores da economia criativa que estão sabendo aproveitar as oportunidades e este encontro, com certeza, vai gerar bons frutos”.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Desperta Rio de Contas!

A situação do município de Rio de Contas é muito difícil. Um grupo domina a Prefeitura há décadas e mantém toda a cidade refém de suas politicagens. O atual governo está matando a cidade. Ninguém mais quer investir lá, por medo de represálias e perseguições políticas. As pessoas que podiam fazer a diferença estão indo embora, a economia parando, o comércio e a rede hoteleira tem sentido os efeitos de uma espécie de depressão coletiva que assola a cidade.

A esperança dos partidários de um ex-prefeito, de que ele se lançasse em oposição ao atual, foi por terra, com a união das duas facções políticas, que haviam se dividido na última eleição.

A maioria dos partidos políticos está sob controle desses grupos, inclusive legendas de esquerda como o PCdoB e o PSB. Na oposição só resta o PT, além da grande maioria da população riocontense.

Está na hora do PT escolher um candidato para mostrar a cara, capitalizar toda essa insatisfação e fazer desabrochar todas as imensas potencialidades dessa jóia da Chapada Diamantina, que é Rio de Contas.

É hora de ter fé e coragem para mudar o que ninguém aguenta mais.

Por Ricardo Stumpf


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Artesanato baiano é destaque no Salão do Turismo

A cerâmica de Barra e Maragogipinho; a cestaria de Santa Brígida, Boa Nova e Itiúba; a tecelagem de Rodelas e São Sebastião do Passe; as esculturas de madeira de Feira de Santana; o bordado de Rio de Contas e Inhambupe; a arte em retalho de Nova Soure e os orixás de metal de Salvador são algumas das atrações baianas que o Instituto Mauá promove na 6ª edição do Salão do Turismo – Roteiros do Brasil, de 13 a 17 de julho, em São Paulo. Ao todo, 18 municípios e cerca de 400 artesãos serão diretamente beneficiados com a divulgação, promoção e comercialização de suas peças durante os cinco dias do evento.

Em 2010, o Salão recebeu mais de 109 mil visitantes, movimentando R$ 7,9 milhões em produtos e serviços turísticos. Apenas no módulo Vitrine Brasil, que reúne, justamente, artesanato, moda, gastronomia, produtos da agricultura familiar e manifestações artísticas, as vendas ultrapassaram a marca de 1,2 milhão.

Fonte: Secretaria de Cultura


terça-feira, 28 de junho de 2011

Artesanato baiano é atração em Pernambuco

O Instituto Mauá promove o legítimo artesanato baiano na 12ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato - Fenearte, no Centro de Convenções de Olinda, em Pernambuco, de 1º de julho até o dia 10, domingo. São 23 municípios, de todo Estado que, graças à parceria com o Mauá, instituição parceira do Sebrae, participam da Feira, comercializando a sua produção.

“Além de divulgar a arte e a cultura local, a Feira é uma oportunidade para firmar novas parcerias e negócios futuros com compradores de todo o país”, destacou a diretora-geral do Instituto, Emília Almeida.

O Mauá participa da Fenearte desde a sua 2ª edição. Este ano, leva para Recife a cerâmica utilitária e decorativa de Maragogipinho, Barra, Rio Real e Irará; as esculturas em madeira de Feira de Santana; a cestaria e o trançado típico de Nova Fátima, Valente e Itituba; a tecelegam de Cairu e Rodelas; o bordado de Rio de Contas; os instrumentos musicais de Simões Filho; entre outras peças de Salvador e cidades do interior.

Considerada a maior feira de artesanato da América Latina, a Fenearte reúne expositores nacionais e internacionais. Em 2010, a Fenearte bateu recorde de público e vendas, reunindo mais de 275 mil pessoas ao longo dos 10 dias e contabilizando mais de R$ 27 milhões em movimentações financeiras.

Do Sebrae

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Artesanato baiano é atração no Rio Fashion Business

Da Agecom

A típica renda de Saubara, o tradicional crochê de Vitória da Conquista e os diferentes tipos de bordado de Guanambi, Inhambupe, Itaberaba, Rio de Contas e Salvador são atrações na maior bolsa de negócios de moda da América Latina, o Rio Fashion Business, aberto nesta terça-feira (24) na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. O artesanato baiano será levado pelo Instituto Mauá, vinculado à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte do Estado (Setre).

O evento reúne 20 mil lojistas credenciados e 250 grifes. A expectativa é que um público estimado em 60 mil pessoas compareça até a próxima sexta-feira (27) para conferir as novas tendências de mercado. Em sua 18ª edição, apresenta como diferencial, a valorização do produto artesanal, sustentável e tipicamente brasileiro, a exemplo também dos trabalhos produzidos em Alagoas, Ceará, Pará, Paraíba e Sergipe.

“Nosso objetivo é inserir o artesanato no segmento de moda têxtil, de forma a proporcionar novos acessos de mercado e tornar a atividade autossustentável”, destaca a diretora-geral do Mauá, Emília Almeida. O espaço ‘Mãos’, dedicado exclusivamente à arte manual, conta com apoio institucional do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A curadoria é da jornalista e consultora de moda, Cristina Franco. “Acredito que a chamada ‘moda brasileira’ só fica realmente conhecida e com competitividade no mercado internacional, quando trabalha com a identidade e o DNA do nosso País, as nossas matrizes e origens, ou seja, o nosso artesanato”.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Os bordados de Rio de Contas na Feira Baiana de Artesanato

Mauá promove nova edição da Feira Baiana de Artesanato -



Neste final de semana, dias 23 e 24, o Instituto Mauá promove mais uma edição da Feira Baiana de Artesanato no Jardim dos Namorados, Pituba, das 16h às 21h. Ponto tradicional de comercialização de peças artesanais, a Feira conta com 100 barracas, apresentando a produção de Salvador e cidades do interior.

Utilitários e decorativos de cerâmica; esculturas e miniaturas de metal, vidro e madeira; roupas e calçados; utilidades do lar; prataria e bijuterias; artesanato mineral; brinquedos; tecelagem; cestaria, trançado e renda; mandalas; aproveitamento de material e reciclagem estão entre as tipologias artesanais contempladas. Do interior, os bordados de Rio de Contas e Itabuna, as colchas de retalho de Amargosa, o colares de coco de Baixios, as almofadas e panos de prato de Serrinha, entre outras cidades, oferecem ainda mais opções ao público neste sábado e domingo.

A Feira também conta com uma praça de alimentação, com 20 barracas, comercializando pratos típicos da culinária regional. Além do acarajé, o cardápio diversificado traz maniçoba, beijus recheados, pastéis, crepes, mingau, cocada, tortas doces e salgadas e bolos diversos.

A FBA segue até março, em finais de semana alternados. Opção gratuita de lazer para baianos e turistas, o evento é também fonte de renda para os artesãos baianos, que têm a oportunidade de comercializar suas peças diretamente com o público-alvo. A Feira, inclusive, funciona em sistema de rodízio, com revezamento dos artesãos a cada nova edição, de forma a contemplar o maior número de cadastrados no Mauá e fomentar a produção de forma irrestrita, aliando ações de valorização e promoção da legítima arte feita na Bahia.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Artesãos comemoram resultados da terceira edição da rodada de negócios

Da Agecom

Após dois dias de negociação bem sucedida direta entre artesãos e empresários, foi encerrada nesta quinta-feira (29), a terceira edição da Rodada de Negócios, com um saldo de vendas que manteve as boas marcas dos anos anteriores e deixou satisfeitos todos os participantes.

O evento foi realizado no Hotel Mercure, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador, e reuniu 32 compradores de todo o Brasil e 40 artesãos baianos, representantes de 21 comunidades artesanais do interior da Bahia, onde o Instituto Mauá e o Sebrae, responsáveis pela promoção, desenvolvem atividades, como cursos de capacitação e aquisição de produtos.

Novos mercados
“Nós, habitualmente, temos contato com pequenos lojistas e, num evento desses, além de trabalhar com as grandes redes de lojas, com um potencial de compra muito maior, descobrimos novos mercados. Então, pra nós, foi muito gratificante e estamos tendo um retorno muito bom”, comemorou a presidente do Bem Bahia Arte e Artesanato, Selma Santos.

O presidente da Associação de Auxílio Mútuo dos Oleiros de Maragogipinho, Denisval de Souza, que participou do evento pelo segundo ano consecutivo, também estava feliz com os mais de R$ 2 mil em vendas e a expectativa de negócios futuros. “A gente ainda vai negociar pedidos de encomendas, e os clientes têm se mostrado empolgados para fechar novos negócios”, afirmou.

Além de Maragogipinho, a terceira Rodada de Negócios reuniu associações dos municípios de Santa Brígida, Esplanada, Nova Soure, Saubara, Entre Rios, Valente, Rio de Contas, Vitória da Conquista, Rodelas, Iaçu, São Sebastião do Passe e Lauro de Freitas.

Participaram ainda artesãos autônomos de Salvador, que tiveram a oportunidade de comercializar suas peças frente a frente, sem qualquer intermediação, com lojistas de toda a Bahia e dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Brasília, Rio Grande do Norte e Ceará.

“A avaliação dos empresários também foi fantástica. Primeiro, porque aumentamos o tamanho do evento e, a partir de pesquisa feita junto a consultores de mercado, desenvolvemos novos produtos; inclusive, com a possibilidade de criar peças exclusivas para cada lojista, com pequenos detalhes com a cara da empresa, dentro do que o cliente pede, criando pequenas diferenças sem descaracterizar o artesanato”, destacou a consultora do Sebrae/BA, Marília Falcão. Para ela, a parceria do órgão com o Instituo Mauá é fundamental para o sucesso do evento. “O Mauá é imprescindível; é parceiro nosso já há algum tempo, nos apoia em tudo, e têm artesãos que enriquecem com a diversidade e qualidade de produtos”, ressaltou.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

SENAC apoia o artesanato de Rio de Contas

Recentemente, com o apoio do Senac de Vitória da Conquista, a Cooperativa Artesanal Mista de Rio de Contas (Cooperart) fechou contrato com a rede de lojas Tok Stok. Através desse contrato, o tradicional e genuíno bordado em crivo rústico, feito com fio de saco de algodão pelas artesãs da cidade de Rio de Contas, na Chapada Diamantina, passa a integrar o mix de produtos artesanais dessa grande rede. Com essa parceria entre o SENAC e a Tok Stok, abre-se o mercado nacional para o artesanato de Rio de Contas.

Fonte: SENAC BA


sábado, 24 de outubro de 2009

Rendeiras baianas participam do Salão Internacional do Artesanato

Até domingo (25) mulheres da Cooperativa Artesanal de Rio de Contas estão no evento, em Brasília

Fátima Emediato

Brasília - O tradicional e genuíno bordado em crivo rústico, feito com fios de saco de algodão pelas artesãs da Cooperart-Cooperativa Artesanal da cidade de Rio de Contas (BA), na Chapada Diamantina, é uma das atrações do 2º Salão Internacional do Artesanato. O evento acontece até domingo (25), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, das 10h às 22h. A entrada é franca.

As artesãs levaram para o Salão Internacional do Artesanato em Brasília jogo americano, toalha de mão, centros de mesa e toalha de bandeja feitas em crivo rústico e madeira certificada, saladeiras, cuias e farinheiras feitas com madeira certificada.

A gestora Mônica Rizério explica que durante o Salão as artesãs terão a oportunidade de fazer contatos com futuros compradores e de fechar vendas durante a Rodada de Negócios. A expectativa dos organizadores é de que o Salão, que reúne artesanato de todo o País, movimente cerca de R$ 3 milhões.

As artesãs de Rio de Contas integram o projeto de artesanato do Sebrae/BA recebendo várias capacitações como de associativismo, formação de preços e consultoria de estratégia de abordagem de cultura da cooperação. A presença delas no Salão Internacional do Artesanato é uma parceria do Sebrae/BA com o Instituto Mauá, da Secretaria do Trabalho, Emprego e Renda do Estado da Bahia.

Em 2008, graças a uma negociação do Sebrae/BA, pelo projeto Comércio Brasil, as artesãs da Cooperart venderam para a rede de lojas Tok Stok peças em crivo rústico como panos de prato e jogo americano. Este ano as negociações estão sendo feitas com a rede de lojas Le Lis Blanc. Marleide Pinto presidente da Cooperart destaca o importante apoio do Sebrae/BA para o sucesso da negociação. Segundo ela, a instituição contribuiu colocando à disposição da cooperativa um consultor que, além de ajudar na legalização da documentação e na formação do preço das peças, orientou as artesãs na organização da produção.

Serviço:
Central de Relacionamento Sebrae – 0800 570 0800

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

terça-feira, 26 de maio de 2009

Produtores de cachaça buscam diversificação e qualidade

Do Bem Paraná/Agência Estado
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Produção de açúcar mascavo, melado, vinagre e álcool combustível ajudam no lucro.

Açúcar mascavo, melado, vinagre e álcool combustível. Estas são algumas alternativas que os produtores da Bahia estão buscando para diversificar a atividade e com isso obter mais lucro.

Marcos Vaccaro, que produz na Fazenda Vaccaro a cachaça Serra das Almas, no município de Rio de Contas, é um desses produtores.

Ele saiu de Santa Catarina há nove anos para implantar um hotel fazenda na região da Chapada, onde oferece o turismo ecológico e alimentação orgânica. A partir daí passou a produzir cachaça e café orgânicos.

A cachaça Serra das Almas, produzida na Fazenda Vaccaro, foi a primeira orgânica da Bahia e do Brasil. Com o apoio do Sebrae/BA e do Governo do Estado da Bahia, Marcos Vaccaro garantiu o Selo Orgânico cedido pelo Instituto Biodinâmico (IBD). Ele não usa agrotóxico ou adubo químico na plantação de cana da fazenda, onde preserva o meio ambiente, garante a mata ciliar e possui uma reserva legal.

Em 2003 a cachaça Serra das Almas começou a ser exportada para a Itália, em 2004 para Alemanha e França, em 2005 para Suíça e em 2008 um importador da Inglaterra lançou a marca Abelha, que vende a cachaça Serra das Almas para a Dinamarca e a Inglaterra. Em média, Marcos Vaccaro exporta 20 mil garrafas por ano.

Vaccaro tem em seu currículo mais de 20 cursos do Sebrae/BA que vão desde gerenciamento, qualidade total, associativismo até atendimento ao cliente e vendas.

Na fazenda, ele trabalha com mais 12 famílias vizinhas, para quem repassou a técnica de agricultura orgânica. Em 2003 a Fazenda Vaccaro ganhou o Prêmio Desempenho Ambiental, cedido pela Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), e em 2004 ganhou do Sebrae em parceria com o Grupo Gerdau, Programa Qualidade Bahia e da Fieb o Prêmio Realce Empresarial na categoria Destaque Cidadania Empresarial.

Apesar dos prêmios e das boas vendas no mercado europeu Marcos Vaccaro sabe que ele e as 12 famílias que trabalham na Fazenda Vaccaro não conseguem sobreviver exclusivamente com a produção de cachaça orgânica.

Por isso, com o apoio do Sebrae/BA, do Arranjo Produtivo Local de Derivados da Cana-de-Açúcar e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia, está aprendendo a diversificar a produção da cana-de-açúcar com a produção de açúcar mascavo, melado, vinagre e álcool combustível.

“Também com o apoio do Sebrae/BA e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), os produtores de cachaça da região estão recebendo capacitações para desenvolver planos de negócios e para a abertura de novos mercados. A proposta do Sebrae/BA também é capacitar os produtores para o gerenciamento de vendas e criação de pontos de comercialização especializados em cachaça de qualidade”, explica o empresário.

Na região de Abaíra os produtores de cachaça também estão sendo capacitados para a diversificação de produção.

Nelson Luz Pereira, vice-presidente da Cooperativa dos Produtores e Associados e Derivados de Cana-de-Açúcar de Abaíra, que reúne mais de 140 famílias, explica que uma parceria do Sebrae/BA com a Secretaria de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária do Estado está investindo cerca de R$ 1 milhão para readequar nove agroindústrias comunitárias da região para a produção de açúcar mascavo, melado, álcool combustível e vinagre.

Bahia terá laboratório para testar qualidade da cachaça

Durante o II Congresso Brasileiro da Cachaça, realizado semana passada em Salvador, Jackson Ornelas Mendonça, coordenador do Programa de Fortalecimento da Atividade Empresarial (Progredir), da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, informou que graças a uma parceria com o Sebrae, Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e BID estão sendo investidos cerca de R$ 26 milhões, de julho de 2006 até o final de 2010, em projetos do Arranjo Produtivo Local de Derivados da Cana-de-Açúcar.

Ornelas explica que a estratégia é melhorar, do ponto de vista tecnológico, os processos de produção e gestão, principalmente com o investimento em inovação, tendo como vetor os programas de capacitação, treinamento, assistência ao agricultor e de projetos infra-estruturantes que vão garantir o desenvolvimento do Arranjo Produtivo.

“Esperamos ao final do programa a implantação de um grande laboratório onde serão feitos todos os testes necessários para garantir a rastreabilidade da cachaça e a implantação do selo de qualidade”, afirma Jackson Ornelas.

Cachaça baiana com identidade genética

Rogélio Brandão, professor da Universidade Federal de Ouro Preto foi um dos participantes do II Congresso Brasileiro da Cachaça, em Salvador.

Rogélio realiza pesquisas e consultorias no Sebrae/BA para o aperfeiçoamento tecnológico da cachaça e está desenvolvendo no Estado um programa de seleção de levedura para a produção de cachaça de qualidade.

Com este trabalho o professor Rogélio Brandão tem obtido excelentes resultados junto aos produtores do município de Paratinga e nos esforços de conquista do selo de Identificação Geográfica da cachaça Abaíra.

Bioquímico e com pós doutorado em biologia molecular, Rogélio Brandão trabalha há mais de 20 anos com leveduras.

Segundo ele, em Paratinga e Abaíra foi feito o isolamento de uma levedura que oferece resistência aos teores de açúcares. Rogélio explica que um dos problemas na produção da cachaça é o fato de a cachaça ser produzida por fermentação espontânea, onde o produtor deixa o caldo de cana fermentar ao relento para que o fermento naturalmente se multiplique, ou seja, ele não seleciona a célula. Por exemplo, se tiver chovendo pode ter contaminação.

Neste projeto é feito o isolamento da levedura no alambique, que é encaminhada ao laboratório da Universidade Federal de Ouro Preto, onde são feitos testes bioquimicos, para garantir a qualidade da levedura.

Após a levedura ser isolada, criando-se o chamado coração da cachaça, ela retorna ao alambique onde se faz a destilação. Com isso, cada alambique passa a ter uma cachaça com sua identidade genética.

“A partir daí vamos reintroduzir a levedura e os produtores são orientados a realizarem procedimentos mais limpos, com a limpeza total do local onde é feita a fermentação, e que pode influenciar no sabor, propiciando uma cachaça mais macia e saborosa, garantindo assim bons mercados”, garante o professor Rogélio Brandão.

Serviço:

Sebrae na Bahia - (71) 3320-4300

Por Fátima Emediato

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Sebrae de Notícias - ASN

Fones: (61) 348-7200

(61) 348-7255

E-mail: asn@sebrae.com.br

Fonte: Bem Paraná/Agência Estado

sexta-feira, 24 de abril de 2009

O II Encontro de Artesãos da Bahia reuniu mais de 400 artesãos

A artesã Maria Joelma Silva, presidente da Associação dos Artesãos de Porto Sauípe garante que não existe crise na região onde trabalha e que a saída para enfrentar a crise é investir em economia solidária. A associação, que reúne 35 profissionais, produz tapetes de piaçava, além de jogos americanos, bolsas, chapéus e recentemente ganhou um novo cliente de Fortaleza, além de receber encomenda do Ministério da Cultura para a confecção de 600 tapetes.

Joelma é uma das centenas de artesãs que participou nesta quinta-feira (19), no Centro de Convenções, em Salvador, das comemorações do Dia do Artesão no II Encontro de Artesãos da Bahia promovido pelo Instituto Mauá, da Secretaria de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte do Estado da Bahia em parceria com o Sebrae Bahia.

Zélia Trindade Correia esteve no Encontro representando a Cooperarte-Cooperativa Artesanal Rio de Contas, que reúne 57 cooperados, e produz artesanato em madeira, crivo rústico e bordado. Zélia, que há 10 anos participa do projeto de Artesanato do Sebrae, explica que uma das coisas mais importantes que os artesãos da cooperativa aprenderam com o Sebrae foi como dar o preço nos produtos. “Antes a gente tinha até prejuízo porque não sabíamos agregar valor ao nosso artesanato. Com a consultoria do Sebrae aprendemos a calcular melhor o preço, além de acessar novos mercados. Somos a primeira cooperativa de Artesanato da Bahia a ter produtos vendidos nas lojas da Tok Stok”, conta Zélia.
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Leia a matéria na íntegra clicando aqui

quarta-feira, 11 de março de 2009

Exposição "Um Rio de Contas e tradições"

Depois de passar pelo Rio de Janeiro e Salvador a exposição "Um Rio de Contas e tradições" mostra para os riocontenses toda a tradição do nosso artesanato. A exposição está sendo realizada na Praça do Landim.





sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Destaque para o artesanato riocontense

SENAC apoia o artesanato de Rio de Contas

Recentemente, com o apoio do Senac de Vitória da Conquista, a Cooperativa Artesanal Mista de Rio de Contas (Cooperart) fechou contrato com a rede de lojas Tok Stok. Através desse contrato, o tradicional e genuíno bordado em crivo rústico, feito com fio de saco de algodão pelas artesãs da cidade de Rio de Contas, na Chapada Diamantina, passa a integrar o mix de produtos artesanais dessa grande rede. Com essa parceria entre o SENAC e a Tok Stok, abre-se o mercado nacional para o artesanato de Rio de Contas.


Fonte: SENAC BA

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Artesanato baiano em exposição no Rio de Janeiro

Público pode conhecer e adquirir a produção de artesãos da cidade de Rio de Contas (BA)

Está em cartaz no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), no Rio de Janeiro, a exposição "Um Rio de Contas e tradições". Instalada na Sala do Artista Popular, a mostra reúne objetos em madeira e metal, crivo rústico, renda de parede, couro e de festas populares, que mostram a diversidade do artesanato baiano e um pouco do vasto universo de tipologias artesanais riocontenses. A mostra fica em cartaz até 18 de janeiro.

A exposição é resultado do projeto Artesanato Tradicional de Rio de Contas, desenvolvido pelo CNFCP e a Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro, que recebeu o apoio das Secretarias de Cultura e do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento das atividades artesanais encontradas em Rio de Contas. O projeto conta ainda com o patrocínio do Programa Monumenta/Iphan do Ministério da Cultura.

Rio de Contas

Rio de Contas é uma das cidades que integram a região da Chapada Diamantina, conhecido pólo ecoturístico da Bahia. Localizado a aproximadamente 670 km de Salvador, o município possui um cenário particular constituído por uma exuberante natureza formada por altas montanhas, rios e cachoeiras de águas translúcidas.

Seu patrimônio cultural rico é diversificado, fruto das trocas simbólicas de seus agentes sociais e do contexto histórico-econômico em que se deu a formação de Rio das Contas.

Serviço

Sala do Artista Popular – Exposição “Um Rio de Contas e Tradições”
Exposição e vendas: De terça a sexta-feira, das 11h às 18h
Sábados, domingos e feriados, das 15h às 18h
Rua do Catete, 179 (estação Catete do metrô)
Rio de Janeiro, RJ

Informações
Setor de Difusão Cultural
2285-0441, ramais 204, 205 e 206
difusao.folclore@iphan.gov.br

Fonte: IPHAN

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Instituto Mauá fortalece o artesanato baiano

Mostra de artesanato, lançamento de catálogo, cursos de capacitação, rodada de negócios e realização do primeiro Encontro Baiano de Artesanato foram algumas das muitas ações desenvolvidas pelo Instituto de Artesanato Visconde de Mauá em 2008. Responsável pela promoção, comercialização e fomento do artesanato da Bahia, o Mauá exerce um papel de destaque na preservação da cultura baiana e na geração de renda para centenas de família.

O 1º Encontro Baiano de Artesanato aconteceu entre os dias 26 e 28 de novembro, em Salvador, reunindo artesãos dos 26 territórios de identidade, além de autoridades locais e internacionais. O objetivo foi discutir e elaborar o documento Linhas de Ação e Diretrizes para a Política de Articulação Territorial do Artesanato da Bahia, que servirá de base para toda ação do governo na construção de políticas públicas para o artesanato baiano.

O documento orienta, por exemplo, que seja criado um edital específico para o apoio ao artesanato, alocando recursos aos 26 territórios de identidade. Também defende a construção da Casa do Artesão, a oferta de subsídios para a compra de equipamentos e matérias-primas, e que os técnicos do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) sejam capacitados sobre as especificidades do artesanato, com o objetivo de facilitar o atendimento.

A valorização da cultura local e a garantia de geração de renda e trabalho para as centenas de pessoas que vivem da produção do artesanato na Bahia foram os tópicos mais destacados durante os três dias do evento, realizado em parceria com o Núcleo de Culturas Populares, da Secretaria de Cultura (Secult).

Mostra dos territórios de identidade

Depois de um jejum de 40 anos, o Mauá retomou em 2008 a Mostra de Artesanato dos Territórios de Identidade da Bahia. Em dois dias de exposição, o público pode conhecer um pouco mais a beleza e a riqueza da arte tradicional e contemporânea do estado.

Em paralelo à abertura da mostra, foi lançado o catálogo Artesanatos da Bahia, reunindo em uma mesma publicação referências históricas e culturais do artesanato baiano, assegurando o direito à memória e à preservação das produções locais.

O apoio às associações indígenas e quilombolas nos municípios de Simões Filho, Rodelas e Banzaê, por meio de incubadoras, totalizando um investimento de R$ 700 mil, oferecendo-lhes apoio jurídico, logístico, qualificação, dentre outros benefícios, também integra o cronograma das ações de preservação e fomento promovidas pelo Mauá.

Incremento da comercialização dos produtos

Viabilizar a venda dos produtos dos artesãos baianos é também ação do Instituto Mauá. Por meio de suas lojas na capital baiana (Pelourinho e Barra) e das feiras que participa em outras cidades, o Mauá comercializa peças de artesanato das mais diferentes tipologias e regiões do estado. Essa ação, estratégica para facilitar o escoamento da produção, resultou na comercialização de 20.525 peças artesanais de janeiro a outubro de 2008.

O instituto também promove feiras próprias, como a já tradicional Feira Baiana de Artesanato, que acontece quinzenalmente, aos sábados e domingos, no Jardim dos Namorados, desde a primeira semana de setembro.

Em apenas dois meses de funcionamento, a feira, realizada em parceria com a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Sebrae e Banco do Nordeste, beneficiou mais de mil artesãos, gerando uma receita de R$ 206 mil em venda direta. A última edição dessa temporada acontece em 29 de março deste ano.

A fim de fortalecer a produção artesanal e preservar a cultura local, o Mauá realiza a compra diretamente nas comunidades. Para comercializar por meio do instituto, é necessário possuir um cadastro prévio, além da obtenção da ‘carteira do artesão’, que garante acesso a outros mercados. Hoje, são seis mil cadastrados, que, dentre outras vantagens, recebem benefícios como isenção de impostos nas operações de comercialização.

Visando aproximar os núcleos produtivos de artesanato das grandes redes de loja, o instituto organizou em julho, em parceria com o Sebrae, uma rodada de negócios. O encontro reuniu representantes de 15 empresas nacionais, além de uma estrangeira, que adquiriram peças produzidas nos municípios de Barra, Costa dos Coqueiros, Maragogipinho, Nova Soure, Santa Brígida, Litoral Norte, Rio de Contas, Santa Rita de Cássia, Salvador, Saubara e Valente.

Os negócios geraram uma receita de R$ 56 mil, beneficiando os mais de dois mil artesãos que comercializaram a sua produção diretamente com os empresários.

Parcerias sociais

Consciente de que a produção artesanal é um estímulo ao talento e à criatividade e um caminho para a inclusão social, o Mauá celebrou convênios com instituições governamentais.

Juntamente com a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), o instituto desenvolve o projeto Criamundo, que oferece oficinas de cestaria e trançado para usuários do Hospital Juliano Moreira. O projeto foi apontado como um importante trabalho terapêutico e viabilizou a geração de renda e a inserção social dos participantes por meio da comercialização dos seus produtos.

A parceria com a Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH) rendeu oficinas de capacitação em casas de detenção. Entre os meses de novembro de 2007 e outubro de 2008, 40 internas da Penitenciária Lemos Brito foram capacitadas em oficinas de tecelagem e cestaria. As oficinas voltaram a acontecer também de outubro a dezembro. Na Colônia Penal de Simões Filho, o número de beneficiados que participaram das oficinas de artesanato chegou a 150 internos.

Oficinas de tecelagem e cerâmica contemplaram cerca de 80 adolescentes e jovens aprendizes, que lotaram o Centro Educacional Santo Antônio (Cesa), instituição ligada às Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), durante os meses de março e dezembro de 2008. A ação integra o Programa de Atendimento e Inclusão Social.

Para fortalecer e promover a produção artesanal, o Mauá não descuida da qualificação dos artesãos. Em 2008, foram quase dois mil beneficiados com cursos de reciclagem de conhecimentos em oficinas de design, formação de preços, técnicas e métodos de produção, gestão, associativismo e comercialização.

As oficinas são abertas aos profissionais de todas as tipologias de artesanato e integram as ações em torno do fortalecimento do processo de organização do segmento, apoiando núcleos e comunidades para qualificação de mão-de-obra e acesso ao mercado.

Participação em eventos nacionais e internacionais

Em 2008, o Mauá participou de cinco eventos de abrangência nacional e internacional, permitindo aos artesãos a ampla divulgação dos seus trabalhos e o contato direto com comerciantes e o público em geral. Um dos destaques foi a Feira Internacional de Cultura e Artesanato (Feincartes), em junho, em Salvador. No mesmo mês, participou do 3ª Salão do Turismo – Roteiros do Brasil, realizado em São Paulo.

Em julho, no estado de Pernambuco, o Mauá levou o artesanato baiano para ser exposto na tradicional Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Feneart), considerada o maior evento de artesanato do Brasil.

O instituto marcou presença ainda na 2ª Mostra de Artesanato Regional – Nordeste Criativo, que aconteceu no Maranhão, entre 8 e 14 de setembro. Ainda em setembro, em Brasília, o artesanato baiano foi divulgado e comercializado durante o I Salão Internacional do Artesanato.

Fonte: AGECOM

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Exposição no Mauá mostra o artesanato de Rio de Contas

Objetos em madeira e metal, crivo rústico, renda de parede, couro e artesanato de festas populares fazem parte da exposição Um Rio de Contas e Tradições, que acontece no Instituto de Artesanato Visconde de Mauá, no Pelourinho, instituição vinculada à Secretaria do Trabalho Emprego Renda e Esporte da Bahia (Setre).

A exposição, que faz parte da Sala do Artista Popular (SAP), traz a riqueza e diversidade da arte popular de Rio de Contas, cidade localizada na Chapada Diamantina.
A mostra fica em cartaz até 30 deste mês, com entrada gratuita, e o horário para visitação é de segunda a sexta-feira, das 9 às 18h, e aos sábados, das 9 às 14h. De 11 de dezembro de 2008 a 18 de janeiro de 2009 a exposição vai para o Rio e Janeiro.

Simplicidade

As bolsas, caixas e baús feitos em couro pelo artesão Nelson dos Santos, 67 anos, chama a atenção pela simplicidade e beleza. “Todo o processo para fazer uma peça como essa que está aqui na exposição leva em média três dias”, explica Nelson, que desde os 16 anos de idade trabalha como artesão. Ele aprendeu o ofício com o pai. “Infelizmente, meus filhos não seguiram o mesmo caminho”, lamenta.

O crivo rústico é um das tipologias de artesanato típica do município de Rio de Contas. Representado na exposição pelas bolsas, forros de almofadas e cobertores, o crivo rústico é uma das poucas expressões que não se encontram em situação de risco por ainda existirem muitas bordadeiras em atividade como Izaura Nascimento, 66 anos, mais conhecida como dona Nena.

Ela conta que aprendeu o ofício depois que deixou para trás a casa onde morava, devido à construção de uma barragem. “A gente tirava nosso sustento da terra. Como não tinha mais terra, as mulheres tiveram que arrumar outro jeito de ganhar dinheiro. Foi aí que aprendi a fazer o crivo”, lembra dona Nena.

Preservação

A diretora do Instituto Mauá, Emília Almeida, explica que a exposição abrange todo o trabalho que a unidade desenvolve - o fomento, a comercialização, e principalmente a preservação e a história do artesanato baiano – e que, “para manter a preservação desse rico artesanato, o Mauá realiza atualmente, em Rio de Contas, as oficinas de crivo em parede, metal e madeira, e máscaras”.

O secretário da Cultura, Márcio Meireles, afirma que a vinda da SAP para a Bahia é o indício do interesse que o Governo do Estado tem destinado à arte, cultura e preservação da história.

Responsável pelo projeto da SAP, Ricardo Gomes Lima ressaltou a importância da preservação do artesanato brasileiro “que traz, além da beleza, a história do nosso país”.

SAP

Iniciativa de sucesso no Rio de Janeiro, desde 1983, a Sala do Artista Popular chega pela segunda vez a Salvador, com a metodologia do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular do Instituto (CNFCP) do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) do Ministério da Cultura.

De 15 de maio a 14 de junho deste ano, Salvador recebeu, pela primeira vez, a SAP com a mostra “O traiado e o urdido: tecidos de buriti dos Gerais da Bahia”, reunindo trabalhos artesanais produzidos com a palha do buriti por mulheres do município de Cocos, no cerrado baiano.

A nova exposição da SAP é resultado do projeto Artesanato Tradicional de Rio de Contas, desenvolvido pelo CNFCP e a Associação de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro, com o apoio das Secretarias de Cultura e do Setre, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento das atividades artesanais encontradas em Rio de Contas. O projeto tem o patrocínio do Programa Monumenta, do Iphan.


Fonte: AGECOM

Exposição mostra a beleza do artesanato de Rio de Contas

A exposição 'Um Rio de Contas e Tradições', que acontece no Instituto de Artesanato Visconde de Mauá, no Pelourinho, traz obejetos em madeira e metal, crivo rústico, renda de parede, couro e artesanato de festas populares como parte do acervo da mostra, que retrata a riqueza e diversidade da arte popular de Rio de Contas, cidade localizada na Chapada Diamantina.

A mostra fica em cartaz até o dia 30 deste mês, com entrada gratuita, e o horário para visitação é de segunda a sexta-feira, das 9 às 18h, e aos sábados, das 9 às 14h. De 11 de dezembro de 2008 a 18 de janeiro de 2009 a exposição vai para o Rio e Janeiro.

Fonte: Jornal A Tarde

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Arte popular de Rio de Contas no Pelô

Toda a beleza das peças produzidas pelos artesãos da cidade de Rio de Contas (região da Chapada Diamantina) está na exposição Um Rio de Contas e Tradições, que abre nesta sexta-feira, às 17 horas, no Instituto de Artesanato Visconde de Mauá Pelourinho, instituição vinculada à Secretaria do Trabalho Emprego Renda e Esporte da Bahia - SETRE. A mostra, que fica aberta até 30 de novembro, traz para o público um pouco do vasto universo de tipologias artesanais rio-contenses. O ofício, uma das principais fontes de renda locais, é tão desenvolvido por lá que deu a Rio de Contas o título de Pólo Artesanal do Sertão, uma vez que de lá saem os produtos que abastecem toda a região. A exposição faz parte da Sala do Artista Popular (SAP), iniciativa de sucesso no Rio de Janeiro desde 1983.

Fonte: Jornal A Tarde