sábado, 14 de janeiro de 2017
Carnaval 2017 em Piatã é cancelado
sábado, 10 de novembro de 2012
Rio de Contas e o Centenário do Carnaval
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
O carnaval de Rio de Contas no passado


Ato de manifestação durante carnaval levanta polêmica
Por Marcos Santos
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
NOVO HORRORIZONTE: Alegria para esquecer o sofrimento da Novo Horizonte
Foto: L 12
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Apesar das melhorias, trecho Livramento a Rio de Contas ainda é perigoso
Os acidentes na BA-148, trecho entre Livramento de Nossa Senhora e Rio de Contas - que costumam ser freqüentes nesta época do ano - têm diminuído nos últimos anos, em parte pela preocupação e o avanço na questão, onde algumas ações foram implementadas pelo poder público. A população tinha razão, hoje placas de sinalização, cones e redutores de velocidade são vistos na pista, o que antes não era comum, cujo resultado era um acidente com vítima fatal atrás do outro. Apesar deste avanço, no entanto, o perigo não foi declarado extinto, graças a imprudência e desrespeito por parte de alguns motoristas. Na tarde deste domingo (19), por volta das 17 horas, dois veículos se envolveram em uma batida naquele trecho. O impacto foi forte, danificando bastante ambos os carros. Por sorte, ninguém saiu ferido, mas o ato foi, supostamente, por uma atitude irresponsável. O Mitsubishi Lancer, preto, placa NZW-1409, licença de Salvador, colidiu na traseira do VW Gol, branco, placa NZK 0792, este último, transportava crianças. A polícia militar atendeu a ocorrência.
Departamento de redação L12
Email: administracao@l12.com.br
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Decidi optar pelo carnaval da paz, da alegria e do amor
| Foto: (Will Assunção/JussiUp Press) |
| Foto: (Will Assunção/JussiUp Press) |
| Foto: (Will Assunção/JussiUp Press) |
Tradicional cortejo das baianas consagra carnaval secular de Rio de Contas
| Foto: (Will Assunção/JussiUp Press) |
| Foto: (Will Assunção/JussiUp Press) |
| Foto: (Will Assunção/JussiUp Press) |
Protesto marca carnval de Rio de Contas
| Foto: (Will Assunção/JussiUp Press) |
| Foto: (Will Assunção/JussiUp Press) |
Confira fotos do Carnaval de Rio de Contas
Confira as fotos clicando no link do Portal L12 aqui.
Carnaval de Rio de Contas deixa saudade e boas lembranças
Por Marcos Santos
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Divulgadas as bandas do Carnaval 2012
Além dessas atrações, outras deverão se apresentar no já tradicional palco alternativo com marchinhas de carnaval.
Previamente ao carnaval nas ruas, deverá acontecer ainda os bailes Vermelho e Preto e Fantasia.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
História das marchinhas de carnaval
Marcha de Carnaval, também conhecida como "marchinha", é um gênero de música popular que foi predominante no carnaval dos brasileiros dos anos 20 aos anos 60 do século XX, altura em que começou a ser substituída pelo samba enredo em razão de que as escolas de samba não queriam pagar os altos preços cobrados pelos compositores musicais. No entanto, no Rio de Janeiro, as centenas de blocos carnavalescos que anualmente desfilam durante o carnaval continuam, a cada ano, lançando novas marchinhas e revivendo as antigas.A primeira marcha foi a composição de 1899 de Chiquinha Gonzaga, intitulada Ó Abre Alas, feita para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro.
Um estilo musical importado para o Brasil, descende diretamente das marchas populares portuguesas, partilhando com elas o compasso binário das marchas militares, embora mais acelerado, melodias simples e vivas, e letras picantes, cheias de duplo sentido. Marchas portuguesas faziam grande sucesso no Brasil até 1920, destacando-se Vassourinha, em 1912, e A Baratinha, em 1917.
A marchinha destinada expressamente ao carnaval brasileiro passou a ser produzida com regularidade no Rio de Janeiro, a partir de composições de 1920 como Pois não de Eduardo Souto e João da Praia, Ai amor de Freire Júnior e Ó pé de anjo de Sinhô, e atingiu o apogeu com intérpretes como Carmen Miranda, Emilinha Borba, Almirante, Mário Reis, Dalva de Oliveira, Silvio Caldas, Jorge Veiga e Blecaute, que interpretavam, ao longo dos meados do século XX, as composições de João de Barro, o Braguinha e Alberto Ribeiro, Noel Rosa, Ary Barroso e Lamartine Babo. O último grande compositor de marchinha foi João Roberto Kelly.
- Allah-La Ô de Haroldo Lobo e Nássara
- Apareceu a Margarida
- As Pastorinhas
- As águas vão rolar
- Atrás do trio elétrico
- Aurora de Mário Lago em parceria com Roberto Roberti
- Bandeira branca
- Bota camisinha de João Roberto Kelly
- Cabeleira do Zezé de João Roberto Kelly e Roberto Faissal
- Cachaça não é água de Carmen Costa e Mirabeu Pinheiro
- Chiquita Bacana de Braguinha, e Alberto RibeiroChuva, Suor e Cerveja
- Cidade maravilhosa
- Está chegando a hora
- Indio quer Apito Haroldo Lobo de e Milton de Oliveira
- Jardineira de Benedito Lacerda e Humberto Porto (1939)
- Jura
- Linda loirinha
- Linda morena de Lamartine Babo
- Mamãe eu quero de Vicente Paiva (1937)
- Marcha da cueca de Carlos Mendes, Livardo Alves e Sardinho
- Máscara negra (marcha-rancho) de Zé Keti e Pereira Mattos (1967)
- Me dá um dinheiro aí de Ivan Ferreira, Homero Ferreira e Glauco
- Ferreira
- Mulata iê-iê-iê João Roberto Kelly
- Ó abre alas de Chiquinha Gonzaga (1899)
- Ô balancê
- O teu cabelo não nega mulata" de Lamartine Babo
- Pirata da Perna de Pau de Braguinha
- Pó-de-mico
- Saca rolha
- Sassassaricando de Luiz Antônio, Zé Mário e Oldemar Magalhães
- Ta-hí de Joubert de Carvalho (1930)
- Touradas de Madri de Braguinha
- Tristeza de Haroldo Lobo e Niltinho
- Turma do Funil de Braguinha
- Um pierrô apaixonado
- Yes, nós temos bananas
Fonte: Wikipedia
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Audiência Pública sobre o caranval nesta quinta-feira
Um dos principais debates deverá ser o barulho provocado pelos carros de som nas ruas do entorno do carnaval e o resgate e a valorização das tradições.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Conexão Mundo: Carnaval em Rio de Contas, Bahia
As atrações são os belos passeios por cachoeiras, picos, além do carnaval
Redação
www.salvadordiario.com
Rio de Contas, cidade mais antiga da Chapada Diamantina, começou a ser construída em 1723, após a descoberta de ouro na região. Seu patrimônio é bem conservado e 287 prédios são tombados pelo IPHAN, dentre eles o Teatro São Carlos - único da chapada. As atrações dessa região são os belos passeios por cachoeiras, picos e comunidades tradicionais, além do carnaval, conhecido por ser "à moda antiga".Em Rio de Contas e em seu entorno, é possível comer pratos deliciosos a preços baixos na maioria dos lugares, além de bater um bom papo com os moradores. Quem faz o passeio do Poço das Andorinhas, por exemplo, pode ter o prazer de almoçar na casa de uma família em Arapiranga e conhecer melhor seus hábitos, após passar por vilarejos pitorescos como Casas de Telha e Boa Vista.
Ao contrário de cidades como Lençóis e Mucugê, a primeira cidade da chapada parece ter parado no tempo. Ali o turismo não se desenvolveu como em outras cidades da região, o que explica os baixos preços e essa relação turista-comunidade ainda pura. Não existem a ganância e a indiferença trazidas, muitas vezes, pela atividade turística intensa. Os sorrisos são sinceros, não apenas estimulados por interesses comerciais.
No carnaval, a tranquilidade de Rio de Contas é quebrada, devido à quantidade de turistas. Uma vez que o turismo não é tão forte no município, é previsível que ele tenha um teor amador, e isto se acentua durante esse período. Faltam guias para acompanhar a demanda, e as agências e guias de turismo não cumprem os horários combinados, por causa do grande número de passeios que se comprometem a realizar.
Os pontos turísticos de acesso mais fácil, como a Cachoeira do Fraga e a Ponte do Coronel, ficam superlotados e repletos de poluição sonora. Ao menos, outro tipo de poluição é evitado: existem fiscais que recolhem o lixo e não permitem que as pessoas desçam à cachoeira com garrafas e latas. A poluição sonora se sente também em cada esquina da cidade, pois grupos de jovens e adolescentes, estudantes de cidades próximas, alugam casas e passam o dia dançando ao som altíssimo dos seus carros ou das caixas de som dispostas sobre a calçada.
Apesar dessas questões, vale a pena que cada um confira o carnaval rio contense e tire suas próprias conclusões, pois a festa é interessante. A celebração começa a partir da tarde, marcada por festa à fantasia, desfiles e concursos de máscaras e bonecos, baile infantil, desfile de baianas e shows nos dois palcos instalados na praça da matriz. As pessoas têm o hábito de se fantasiar e não se vê uma briga. Há muitas famílias com crianças, casais e também jovens solteiros – é um carnaval para todos os gostos.
E quem pensa que no carnaval de Rio de Contas só se escutam marchinhas está enganado: a festa é uma mistura de ritmos. No palco principal, a folia ocorre ao som de hits modernos. Mas a graça está mesmo no palco alternativo, onde várias bandas de qualidade da cidade e da região tocam marchinhas e jovens e adultos vibram, fazem “trenzinho” e brincam ao som alegre de um carnaval já quase esquecido nesse Brasil.
domingo, 17 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Aonde foi parar o Carnaval cultural?

Meu nome é Valdenberg Trindade (ou simplesmente, Berg) e, apesar de não ter nascido em Rio de Contas, acompanho desde a infância os Carnavais da boa terra.
Conheci os antigos bailes da Associação e do Club Riocontense; os grupos de caretas papietadas ou de fronhas (os chorrós, se não me engana a grafia), que percorriam a ruas da cidade, acompanhados pela molecada; as guerras de talco e farinha de trigo; os carros exóticos do genial Zofir Brasil; o Pequi Elétrico. Este veículo, que existiu por quatro carnavais, “arrastava a massa”, desde o DNOCS, até a Igreja de Santana e era sempre um velho caminhão, com alto-falantes e um barulhento gerador elétrico. O Pequi Elétrico era animado por um estridente cavaquinho e dúzias de caixas de guerra.
Até então, era um Carnaval tradicional e criativo, tendo como essência as bandas de marchinhas e frevos, formadas por talentosos músicos locais.
Isto até o início da década de 1980, quando os sucessivos prefeitos começaram a dar contornos eleitorais à festa, levando-a para palcos cada vez maiores, priorizando bandas de qualidade duvidosa (cópias grosseiras do Carnaval de Salvador). A transformação, aproveitada de forma predatória por comerciantes e lobistas inescrupulosos, coincidiu com o crescimento do turismo em Rio de Contas. O resultado foi um aumento quantitativo nas estatísticas do Carnaval riocontense e a oferta de atrações de péssima qualidade e sem relação com a cultura da cidade. Hoje, o maior espaço para a tradição se resume a um palco “alternativo”, quando este deveria se o palco principal.
Esclareço que não sou um saudositas melancólico e que não sou contra a evolução das festas populares. Na verdade acredito que existe espaço para todos os gêneros musicais e mesmo para as jogadas de marketing dos mandatários. Contudo, seria muito inteligente e bem mais lucrativa a criação de um grande espaço para o axé/pagode em área fora da cidade (com toda infra-estrutura necessária), reservando o centro histórico para o Carnaval tradicional (este sim, gerador de renda e conectado com a preservação cultural de Rio de Contas).
Claro que tudo isso norteado por uma política séria e honesta de ação cultural!
Fica aí a crítica, mas fica também a sugestão!
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Rio de Contas deve repensar seu carnaval
Redação do Jussi Up
Por Will Assunção
O turista predador está interferindo na organização de um evento majestoso. Algumas cenas do lamentável acontecido: carros com seus imensos “paredões” de som travando disputas nas principais vias da cidade, casas alugadas e transformadas em alojamentos de jovens menores entorpecidos por diversos tipos de drogas, além do comportamento deplorável perante o circuito.
A criatividade da comissão organizadora parece ter ficado limitada. À noite a grande atração eram segmentos que em nada tinham a ver com o evento sediado na eleita Cidade Cultural da Bahia.
Rio de Contas como quase toda cidade turística brasileira, segue alguns dilemas, segundo o qual deve optar pelo que a massa elege como preferencial e fazem parte desse segmento o turista predatório que nada tem haver com esse destino, ou pelo que o ecoturismo deve oferecer, atraindo seu verdadeiro público.
A sensível áurea cultural de Rio de Contas foi atingida, como demonstrado nesse carnaval de 2011 e vem produzindo mudanças no cenário do turismo. O comportamento do fluxo de turistas que a cidade deseja atrair pode retrair a partir deste ano. Paralelamente, a evidência dos problemas ecológicos agrega novos problemas a todas as atividades econômicas da cidade. Pode se dizer que o poder público fez pequenas concessões diante desse cenário, podendo acarretar transformações irreversíveis a essa atividade econômica grandiosa.
Imediatamente após o fim do tão esperando evento de quatro dias de muita música, alegria, observações e estranhezas ganha a boca de todos os que estavam presente, além dos espectadores que acompanharam de longe através das mídias (TV, rádio, revistas eletrônicas, blogs e sites). O sinal de ruína do Carnaval de Rio de Contas, cujas consequências ainda não são totalmente conhecidas, é um momento que nos impõe questionamentos. Enquanto isso, este capítulo não pode se perder no esquecimento permitindo assim, que esta maravilhosa passagem saia de cena.


